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NESTA SEÇÃO ESTÃO ALGUMAS ENTREVISTAS E PARTICIPAÇÕES NA MÍDIA
Obs.: algumas não estão aqui pois estão diretamente no blog na  seção Início

Página atualizada em 31.08.2013.


30.08.2013: Entrevista sobre o QUALIS CAPES na Área de Administração e a nota da Revista Organizações em Contexto (clique e assista)






Clipping da área de Educação divulga o lançamento do meu aplicativo para alunos


Divulgação do capítulo de livro que publiquei em portuagl



Entrevista ao Programa Contabilidade & Tributos sobre Avaliação do Ensino Superior
O Programa Contabilidade & Tributos está sob a direção do contabilista Sr. Orival da Cruz. O Prof. Alberto Claro participou de entrevista realizada na TV COM-SANTOS (Canal 11 da NET) veiculada em Novembro de 2011.

Entrevista do Prof. Alberto Claro ao Programa Contabilidade & Tributos sob a direção do contabilista Sr. Orival da Cruz, realizada na TV COM-SANTOS (Canal 11 da NET) veiculada em Novembro de 2011.

O tema tratado foi Avaliação do Ensino Superior

Se encontra disponível na ATAC WEBSITE
Entrevista: José Alberto Carvalho dos Santos Claro



Diretor do Impacto fala sobre relacionamento em Seminário de educação e tecnologia
O Diretor de Relações Institucionais do Impacto, Alberto Claro, dará palestra nesta sexta-feira no seminário Ennovation de inovação tecnológica para a Educação, organizado pela Grupos Internet S.A. e pela Smart Technologies, que reúne palestrantes com vasto conhecimento nessa área.

Ennovation - 23/8/2007
Diretor do Impacto fala sobre relacionamento em Seminário de educação e tecnologia


O Diretor de Relações Institucionais do Impacto, Alberto Claro, dará palestra nesta sexta-feira no seminário Ennovation de inovação tecnológica para a Educação, organizado pela Grupos Internet S.A. e pela Smart Technologies, que reúne palestrantes com vasto conhecimento nessa área.

O Diretor de Relações Institucionais do Instituto Metropolitano de Pesquisas Acadêmicas e Consultoria Técnico-Operacional, Alberto Claro, dará palestra nesta sexta-feira, dia 24 de agosto, no seminário Ennovation de inovação tecnológica para a Educação, organizado pela Grupos Internet S.A. e pela Smart Technologies, que reúne palestrantes com vasto conhecimento nessa área.

Com linguagem simples, clara e objetiva, o Ennovation é voltado para profissionais da área de educação, como professores, coordenadores pedagógicos, diretores, profissionais de tecnologia da informação, entre outros. O objetivo do evento é esclarecer, aproximar e mostrar tendências tecnológicas para as instituições de ensino, visando criar diferenciais competitivos no mercado educacional. O conteúdo das palestras é repassado por meio de citação de estudos de caso dentre os diferentes tipos de instituições de ensino, não importando se escola, curso, faculdade ou universidade.

Claro, que é Doutor em Comunicação Social e Coordenador Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão, da Universidade Católica de Santos, falará sobre Construção de Relacionamento com os Públicos Educacionais. Segundo ele, a instituição de ensino dos dias de hoje não pode mais ficar presa somente ao seu dia-a-dia e à expectativa de que o que ela oferece se tornará alvo de desejo para os seus públicos.

“Todas as nossas ações devem se pautar pela construção de relacionamentos com os diferentes públicos de maneira eficaz, eficiente e ética. Para isso, necessitamos conhecer algumas estratégias gerenciais e de comunicação para alcançar os seus objetivos gerenciais e de participação no mercado educacional”.

O Ennovation acontece amanhã, das 8:30 às 18 horas, no Hotel Comfort Nova Paulista, em São Paulo. Mais informações pelo telefone(11) 3030-9568, ou pelo e-mail eventos@gruposinternet.com.br.


Palestra sobre Mercado de Trabalho no Porto de Santos e Qualificação
Prof. Alberto Claro participa como painelista do Seminário sobre Portos Secos, em Santos.

Veja a reportagem do evento:



Na Mídia

Tendências em Consumo e Comunicação
Prof. Alberto Claro dá entrevista no Programa Destaque

O prof. Alberto Claro deu entrevista nas seguintes datas, no Programa Destaque, do apresentador Pedro Alcantara:
sábado(25/08) - 20h
sábado/domingo(26/08) - 00h30 (logo após o Amaury Jr.)
segunda/terça feira(28/08) - 00h15 (logo após o Leitura Dinâmica)
Na entrevista o professor tratou das tendências em consumo e também em comunicação empresarial.



Entrevista ao Programa Amigos do Mar
Esta entrevista tratou sobre a atuação da Gerência de Relacionamento e Negócios da UniSantos, em entrevista ao Programa Amigos do Mar.

Esta entrevista tratou sobre a atuação da Gerência de Relacionamento e Negócios da UniSantos, em entrevista ao Programa Amigos do Mar.





Porto precisa ser melhor divulgado, dizem professores
Entrevista do Prof. Alberto Claro, ao Jornal A Tribuna de Santos, sobre o problema de comunicação do Porto de Santos com a Comunidade.



Terça-Feira, 20 de Novembro de 2007, 08:26
Porto precisa ser melhor divulgado, dizem professores
Da Redação


Representantes de universidades da Baixada Santista avaliam que o Porto de Santos precisa ser melhor divulgado para que a população perceba os benefícios da atividade portuária à região. A análise é de professores que se disseram ‘‘chocados’’ com, por exemplo, o fato de 72,8% dos consultados no estudo O Porto e a Comunidade, realizado pelo Instituto de Pesquisas A Tribuna (IPAT), não saberem qual a movimentação do complexo.


‘‘Confesso que fiquei chocada com isso. Uma região que gira praticamente em torno do porto... tem alguma coisa errada. Ou os fatos não chegam a todos os meios, de forma que todos tenham acesso à informação, ou está faltando um pouco mais de interesse da população’’, disse a coordenadora pedagógica da Faculdade de Tecnologia de São Vicente (Fatef-Fortec), Luciane Fátima Orrego.


A mesma reação teve a acadêmica em relação ao dado de que 62,4% declararam ter entrado ao menos uma vez na área portuária. Ou seja, quase 40% da população da Baixada não conhecem o porto. ‘‘O porto não se comunica com a Cidade. Tanto a Codesp como os terminais só informam o que interessa a eles, quando se bate um recorde ou quando há ganhos pontuais, mas efetivamente as ações, o que se faz no dia-a-dia, isso é muito mal comunicado’’, considera Luciane.


A falta de integração entre o complexo portuário e os municípios também foi destacada pela a bióloga e professora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), Selma Dzimidas Rodrigues. Mas ela não se surpreendeu com o desconhecimento sobre o cotidiano do cais. ‘‘Esse é um fenômeno comum. Nas regiões onde a economia gira em torno de uma empresa — nesse caso, o porto —, somente quem trabalha nela a conhece’’.


Para Selma, somente com programas voltados à comunidade, é possível mudar esse cenário. ‘‘Falo da minha própria experiência. A Unesp só tem suas ações conhecidas nas cidades onde mantém um hospital, um serviço social. Nos campi onde não há essas atividades, a população sabe da sua importância, a respeita, mas não a conhece’’.



PROBLEMAS

Para o coordenador-geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão da Universidade Católica de Santos (UniSantos), José Alberto Carvalho dos Santos Claro, o que mais chamou atenção na pesquisa IPAT foi o fato de a comunidade perceber mais os problemas que o porto traz do que os benefícios. Para 2% dos entrevistados, o porto ‘‘atrapalha’’ a Baixada, outros 16,3% não têm uma posição definida sobre o assunto pois afirmaram que ‘‘ajuda e atrapalha’’.


‘‘Acho que o porto deveria fazer um trabalho de imagem, tanto a Codesp como os demais terminais. Alguns sindicatos sabem fazer isso muito bem, como o Settaport (Sindicato dos Trabalhadores em Terminais Portuários), que tem um canal de televisão. Não conheço experiências similares. Essa nova diretoria da Codesp parece estar mais preocupada com a questão’’, considera Claro, para quem um bom plano de comunicação é uma das formas de melhorar a imagem do complexo, destaca Claro, para quem as ações de divulgação até existem, mas são isoladas, não ocorrendo de forma institucionalizada.

CONTRADIÇÃO

Outro dado do estudo aparentemente contradiz a falta de conhecimento da comunidade em relação ao porto. O levantamento do IPAT detectou uma vasta produção de livros, trabalhos de conclusão de curso (TCCs), monografias, além de registros em revistas e demais publicações que trataram do Porto de Santos, em bibliotecas, faculdades, universidades e acervos públicos.
‘‘É uma falha não só em relação ao aspecto portuário. É um problema generalizado da produção acadêmica. A pesquisa é feita, fundamentada, só que fica numa prateleira de biblioteca, às vezes só um outro pesquisador vai aproveitar. Existe um hiato entre a produção acadêmica e a população. Então essa literatura precisa ser ‘traduzida’ para o linguajar do senso comum’’, avalia Claro.

DESTAQUES

O Porto e a Comunidade é a terceira das quatro pesquisas previstas para o projeto Porto Universidade, promovido pelo Instituto Metropolitano de Pesquisas Acadêmicas e Consultoria Técnica e Operacional (Impacto). A entidade reúne as 16 universidades e estabelecimentos de ensino superior do Litoral de São Paulo. O projeto é realizado pelo Instituto de Pesquisa A Tribuna (IPAT), com o patrocínio das operadoras portuárias Santos-Brasil, Rodrimar, Libra Terminais e Tecondi.

Próximas etapas

O Porto Universidade já realizou duas pesquisas — O Mercado de Trabalho no Porto de Santos e Impacto Econômico do Porto de Santos na Baixada Santista. O próximo estudo terá como tema O Porto do Futuro — Como será o Porto de Santos em 2017.



Exclusão profissional dificulta a conquista do 1º emprego
Prof. Alberto Claro, em entrevista ao jornal A Tribuna comenta a exclusão profissional e que fazer para o primeiro emprego


Segunda-Feira, 26 de Novembro de 2007, 07:14
Exclusão profissional dificulta a conquista do 1º emprego
Da Redação

Patrícia Diguê

Dos 9,1 milhões de desempregados do Brasil, aproximadamente a metade tem entre 16 e 24 anos, conforme o Ministério do Trabalho e Emprego. Além disso, do total de jovens nesta faixa etária no País (perto de 50 milhões de pessoas), 16% (8 milhões) não têm atividade alguma.

Santos acompanha a tendência nacional. Na Cidade, 47,79% desta parcela da população estão à procura de emprego, conforme a Pesquisa de Emprego e Desemprego de Santos de setembro. O estudo é feito semestralmente pelo Núcleo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos (Nese), ligado à Universidade Santa Cecília (Unisanta). Os números vêm se mantendo estáveis desde que os levantamentos começaram a ser feitos, em março de 2006.

Para os jovens, o desafio é conseguir uma vaga sem ter experiência. Para as empresas, por outro lado, apesar de sobrarem candidatos, faltam pessoas aptas aos serviços oferecidos. Na semana passada, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou que apenas 18% dos trabalhadores brasileiros têm os requisitos necessários para serem absorvidos pelo mercado de mão-de-obra especializada. Os dados vêm da pesquisa Demanda e Perfil dos Trabalhadores Formais no Brasil.

O coordenador de pesquisa do Nese, Jorge Manuel de Souza Ferreira, considera uma distorção o fato de pessoas tão jovens aparecerem na pesquisa em busca de emprego.

O pesquisador é crítico em relação aos programas governamentais de incentivo ao ingresso dos jovens no mercado de trabalho. ‘‘O que ocorre é que o jovem é contratado devido ao incentivo, mas depois é mandado embora. O Governo tinha que se preocupar em criar empregos no geral, que a partir daí o mercado se ajeita. Também precisa cuidar da formação, porque quem está bem preparado consegue emprego’’.

PODER DE ADAPTAÇÃO

Para o professor do curso de mestrado em Gestão de Negócios da Universidade Católica de Santos (UniSantos), José Alberto Carvalho dos Santos Claro, o papel da universidade hoje é formar profissionais que podem se adaptar às constantes mudanças do mercado. ‘‘O profissional tem que estar preparado para pensar a organização em que trabalha. Não adianta ensinar o aluno a utilizar uma ferramenta específica, algo que esteja na moda, porque daqui a dois anos ela já estará ultrapassada’’.

Na opinião dele, as capacidades específicas devem ficar a cargo dos cursos técnicos. ‘‘Muitas vezes a pessoa sai da faculdade e faz este tipo de curso para poder disputar uma vaga’’.

O professor é responsável pelo recém-criado setor de Relacionamento e Interação de Negócios, que visa servir de intermediador entre os formandos e as empresas.

Em breve, a universidade lançará um portal do programa, onde haverá banco de currículos e de vagas. Segundo Carvalho, as áreas em que normalmente os alunos já saem da faculdade empregados são as de tecnologia, administração e economia. ‘‘Mas é importante que o jovem saiba que o mercado não precisa só de pessoas com formação universitária, mas também de técnicos’’.

Outra ação da faculdade será incentivar o empreendedorismo. Até o ano que vem, todos os cursos terão esta disciplina na grade. Além disso, a instituição vai implantar uma pré-incubadora de empresas para viabilizar projetos apresentados pelos alunos em seus trabalhos de conclusão de curso.

Ponto e contraponto

Ela conseguiu
Rosália Matias de Melo Neta, de 19 anos, é só sorrisos. Ela acaba de ser contratada com carteira assinada por uma empresa que presta serviços administrativos à Codesp. A vaga surgiu depois de estágio de dois anos na própria estatal. Ela obteve a vaga de estagiária através do Consórcio Social Porto da Juventude. Pelo projeto, promovido em parceria com o Ministério do Trabalho, Rosália frequentou dois cursos profissionalizantes, Turismo e Secretariado, em 2005, e foi encaminhada à estatal. Antes, só tinha trabalhado como babá e, temporariamente, numa loja. ‘‘Também tive sorte, porque uma funcionária está entrando de licença-maternidade e eles precisavam de mais uma funcionária’’, comenta com humildade. Mostrando ter os pés no chão, pretende seguir um curso técnico de administração no Senac. ‘‘Primeiro quero ver se gosto mesmo desta área. Aí depois vou prestar vestibular’’.

Ele está em buscaA vida de Gustavo Martins de Oliveira, de 20 anos, tem sido procurar vagas em jornais e internet e mandar currículos. Isso desde que foi dispensado do MC Donald’s, onde trabalhou por um mês, mas acabou não sendo efetivado após o período de experiência. Antes, havia atuado por um ano como guarda municipal em São Vicente, um serviço temporário. Para ele, conseguir o primeiro emprego está cada vez mais difícil, já que muitas pessoas com experiência também se encontram desempregadas. Seu plano agora é seguir o curso de operador de empilhadeira, com duração de um ano e meio. ‘‘Já me matriculei no Senai, meu pai vai me ajudar a pagar’’. Gustavo também está providenciando a carteira de motorista profissional exigida pela profissão. ‘‘Escolhi o curso porque vi que existem muitas vagas nesta área’’. Na opinião dele, faltam programas governamentais para auxiliar os jovens na obtenção do primeiro emprego.


Coordenação Científica do SINAP 2008
Atuação como coordenador científico do SINAP 2008, na UniSantos


Notícia Relacionada:

Domingo, 5 de Outubro de 2008, 10:17
Simpósio discutirá expansão do porto
Da Redação


Incentivar a discussão sobre a expansão do Porto de Santos e a sustentabilidade ambiental. Esse é o objetivo principal do 5º Simpósio Internacional de Gestão em Ambiente Portuário (Sinap) que será realizado a partir desta quarta-feira, na Cidade. O evento é realizado pelas universidades Católica de Santos (UniSantos) e de Santiago de Compostela (Espanha), em parceria com A Tribuna.



De acordo com o professor da UniSantos e coordenador do simpósio, José Alberto Carvalho Claro, o destaque desta edição fica para a participação de empresários do setor, que irão debater os planos de desenvolvimento do porto. Entre os executivos que confirmaram presença, estão o gerente regional da armadora HamburgSüd/Aliança, Gustavo Costa, o diretor-geral da Brasil Terminais Portuários, Henry James Robinson, e o diretor de Operações da Santos Brasil S.A., Antonio Carlos Sepúlveda.



Também participarão o presidente da Companhia Docas de São Sebastião, Frederico Bussinger, e o sub-secretário de Planejamento da Secretaria Especial de Portos (SEP), Fabrizio Pierdomenico.



A organização espera dobrar o número de inscritos no seminário. Em 2007, o encontro reuniu 120 pessoas.



Na programação do Sinap também está prevista a assinatura de termos de cooperação técnico-científicos com a Universidade de Erasmus, em Roterdã, e com a Codesp. De acordo com o coordenador, "o convênio com a Holanda tem como objetivo o intercâmbio de pesquisas, professores e alunos, já que cada vez mais o Brasil está envolvido em parcerias com portos e companhias estrangeiras".



Claro afirmou que os resultados obtidos nas primeiras quatro edições do Sinap têm sido "positivos". "Temos verificado uma evolução do simpósio, que, junto com as pesquisas do Programa de Mestrado emGestão de Negócios, garantiu, entre outras ações, o desenvolvimento da agenda ambiental portuária de Cubatão e a mediação de negociações entre a Petrobras e ambientalistas do Litoral Norte".



Com esses êxitos, a UniSantos planeja, para o próximo semestre, a realização de um congresso ambiental e uma feira de negócios, onde as empresas envolvidas poderão apresentar os seus trabalhos.


Segundo o coordenador do Núcleo de Pesquisas e Estudos Portuários da Unisantos, Léo Tadeu Robles, a intenção é que o seminário torne-se uma referência, já que este ano a procura de informações por docentes de outros municípios e estados do País foi muito grande.

O Sinap 2008 é aberto ao público e gratuito. As inscrições podem ser feitas pelo www.unisantos.br/mestrado/ gestao/sinap.



Na Mídia

Mercado ainda possui vagas para profissionais maduros
Prof. Alberto Claro, em entrevista ao Jornal A Tribuna de Santos, afirma que mercado ainda quer profissionais maudros


Segunda-Feira, 4 de Junho de 2007, 07:03
Mercado ainda possui vagas para profissionais maduros
Da Redação

FLÁVIA SAAD

  O ano de 2008 vai marcar a grande virada na vida de Creusa Martins Monteiro, de 55 anos. Daqui a pouco mais de seis meses, ela vai se desligar do cargo de chefia que ocupa em sua editora para abrir um restaurante.
  Como boa administradora, para concretizar o sonho de trabalhar com gastronomia, Creusa traçou um plano que começou no ano passado, com o vestibular para o curso de graduação na Universidade Católica de Santos (UniSantos). No fim do ano, ela parte para a Itália para fazer um curso na área. ‘‘Quero estar muito bem preparada para tocar o restaurante. Vai ser a minha chance de unir o prazer com o trabalho’’.
  Na cultura ocidental contemporânea, que privilegia a juventude e os resultados rápidos, pode parecer difícil imaginar que exista um lugar ao sol para os profissionais com mais de 40 anos. Ada Brancine, gerente da unidade Santos-Cubatão da Gelre Recursos Humanos, diz que a oferta existe, embora seja realmente menor do que para pessoas mais jovens.
  Segundo a consultora, a mentalidade das empresas em relação aos profissionais maduros está se transformando. ‘‘Há três ou quatro anos, não era tão comum a procura. Hoje, um cargo como caixa de supermercado, por exemplo, vai para pessoas mais experientes, pois exige mais responsabilidade’’, afirma.
  Redução do ritmo de trabalho, comportamento conservador, falta de habilidade no relacionamento em equipe, acomodação e maiores riscos de afastamento por estresse e problemas de saúde são alguns dos argumentos das corporações para justificar a preferência pelos mais jovens. No entanto, ainda existem empresas que valorizam a principal qualidade do profissional maduro: a experiência.
  Em funções de chefia, a demanda por funcionários com esse perfil é bastante comum. Ada conta que, em um processo seletivo, uma empresa da região procurava um coordenador a partir de 50 anos. ‘‘A bagagem que ele traz é um diferencial. Além disso, o indivíduo tem uma situação emocional mais estável’’.
  Ela lembra ainda que o mercado de trabalho está escasso para todos. ‘‘Os empregadores querem gente qualificada e com vontade de trabalhar, não importa se velho ou jovem’’.

MOTIVAÇÃO
Para a gerente, a motivação é uma característica que deve ser comum a todos aqueles que buscam uma vaga. ‘‘Pessoas acomodadas são assim em qualquer idade. O profissional deve ir atrás de conhecimento e capacitação para desempenhar melhor seu trabalho’’. Estar antenado com as notícias do mundo e também com as inovações tecnológicas é uma forma de melhorar as condições de competir no mercado.
  Outra dica de Ada é aproveitar todas as oportunidades que aparecerem. ‘‘Aconselho nunca perder a esperança de crescer, pois uma chance pode levar a outros caminhos’’.

Tudo em cima
Especialistas em recursos humanos recomendam que se mantenha a saúde em dia, para transmitir uma imagem de vitalidade para o empregador.

Opções
Quem deseja se recolocar após os 40 anos deve considerar outras formas de emprego diferentes do regime CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), como prestação de serviços, consultoria ou ensino.

Exemplo
Os países orientais valorizam a idade como fonte de experiência e sabedoria.
Para os japoneses, o funcionário mais velho está no auge da vida profissional e
geralmente ocupa cargos estratégicos.


Segunda-Feira, 4 de Junho de 2007, 07:04
Voltar à sala de aula é um caminho
Da Redação

  Seja buscando o aperfeiçoamento ou mesmo uma alternativa para começar tudo de novo, é na sala de aula que muitas pessoas encontram um novo caminho para o sucesso. No Centro Universitário Unimonte, por exemplo, 24,2% dos alunos de graduação estão na faixa etária acima de 30 anos; destes, 6,6% têm mais de 40.
  De acordo com José Alberto Carvalho dos Santos Claro, coordenador geral de especialização da UniSantos, a maior parte dos alunos maduros de graduação (cursos tecnólogos) e pós-graduação está ativa no mercado de trabalho. ‘‘Há quem procure os cursos para ascender na carreira, mas também existem aqueles que vêm validar o conhecimento prático que já possuem com um certificado’’.
  Profissionais que optam por prestar concursos públicos também recorrem à extensão para se destacar, para ganhar pontos na seleção.
  Claro observa que qualquer curso, mesmo que seja fora da universidade, pode proporcionar uma ferramenta interessante para quem deseja se recolocar ou abrir seus horizontes profissionais. ‘‘A principal vantagem em voltar à sala de aula é a de poder construir uma rede de relacionamentos fora do seu convívio habitual. Fazer contatos e interagir com as pessoas é a melhor vitrine’’.
  O professor acredita que novas oportunidades estão surgindo na Baixada Santista, com o crescimento do Porto de Santos, a chegada da Bacia de Gás da Petrobras e os investimentos no pólo industrial de Cubatão. ‘‘É preciso estar preparado para essas vagas e considerar o ramo de prestação de serviços e fornecimento de bens, que servirá de apoio a todos esses empreendimentos’’.






Na Mídia

Curso de pós atrai alunos de todo País
Entrevista do Prof. Alberto Claro ao Jornal A Tribuna de Santos, sobre cursos de pós da região que atraem alunos de todo o Brasil.

http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=304765&opr=77

Terça-Feira, 19 de Junho de 2007, 08:35
Curso de pós atrai alunos de todo País
Da Redação


  Eles vêm dos quatro cantos do País e se reúnem semanalmente para trocar experiências e aprender mais sobre o desenvolvimento do comércio e da atividade portuária. A atual turma do curso de especialização em Direito Marítimo, Aduaneiro e Portuário da Universidade Católica de Santos (UniSantos) tem uma característica muito peculiar: apenas 12% dos alunos residem na Cidade.
  A grande procura resulta do fato de que o curso é o único do gênero no Brasil. Por esse motivo, recebe pessoas do Maranhão, Paraná, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. Há ainda alunos que vêm da Capital e do Interior de São Paulo.
  As aulas acontecem nas noites de sexta-feira e manhãs de sábado, a pedido dos próprios estudantes. No entanto, muitos têm sido vítimas dos recentes problemas nos aeroportos. Na última sexta, alguns membros da turma, originários de Vitória (ES), avisaram um colega, por telefone, que não conseguiriam chegar a tempo.

QUALIFICAÇÃO
Segundo José Alberto Carvalho dos Santos Claro, coordenador de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão da UniSantos, o programa foi criado para suprir a carência de profissionais com qualificação específica em Direito Marítimo.
  ‘‘Trata-se de uma iniciativa inovadora na área. Santos tem o mais importante porto brasileiro e vocação natural para a oferta do cursos. Depois de formados, eles poderão contribuir para o desenvolvimento regional sob o ponto de vista econômico e social’’, explica.
  Glauco Marcelo de Moraes é um dos poucos alunos que não precisa enfrentar um vôo ou viagem longa para frequentar o curso (a não ser quando a travessia Santos-Guarujá demora mais do que o esperado).
  Após ingressar na pós-graduação, foi promovido de gerente para superintendente jurídico da TWB, empresa em que trabalha.
 ‘‘Além de o grupo ser muito comprometido com o assunto, me sinto muito motivado quando vejo outros colegas virem de tão longe e fazendo tanto esforço para estar aqui’’.
  Moraes destaca ainda a troca de experiências dentro e fora da sala de aula. ‘‘Até as conversas nos intervalos ajudam a complementar o conteúdo transmitido pelos professores’’.

HistóricoO curso foi criado em 2005 e está em sua terceira turma. Um novo ciclo começa em março do ano que vem.

CoordenaçãoCarla Fischer de Paula Conceição, Eliana Maria Octaviano Martins e José Augusto Fontoura Costa são os professores responsáveis pela coordenação.

Público-alvoÉ direcionado a profissionais com graduação em Direito, Administração de Empresas ou áreas correlatas e também a pessoas envolvidas com a atividade marítima, aduaneira ou portuária.

DisciplinasEntre os assuntos abordados no curso, destacam-se Contratos Marítimos, Direito do Comércio Internacional, Logística de Transporte e Técnicas de Negociação. A lista completa do conteúdo está disponível para consulta no site da UniSantos.

Personagem

Ivan Lapolli Filho, 44 anos
O advogado, que trabalha há 20 anos no ramo marítimo, mora em Paranaguá (PR) e viaja semanalmente para frequentar o curso. ‘‘É uma experiência extremamente gratificante e os clientes já estão valorizando esse diferencial’’. Mesmo abrindo mão de um dia de trabalho e outro do fim de semana para estar com a família, Lapolli considera um privilégio estudar em Santos. ‘‘Aqui fazemos muitos contatos importantes com pessoas da área de todos os lugares do País, sejam eles alunos ou professores’’. Segundo ele, o investimento mensal é de cerca de R$ 2.700,00, entre mensalidade, passagens aéreas, alimentação e aluguel de carro e apartamento.





Coordenação Científica do SINAP 2007
Atuação como Coordenador Científico do SINAP 2007

SINAP - Seminário Internacional de Assuntos Portuários.


Na Mídia

Universidades buscam financiamento
Prof. Alberto Claro comenta a falta de verbas para pesquisa.

Terça-Feira, 20 de Março de 2007, 07:21
Universidades buscam financiamento
Da Reportagem

As universidade que compõem a comissão de estudos sobre a atividade portuária querem obter financiamentos para as pesquisas do setor. As entidades apresentaram o pedido, ontem, ao deputado estadual Paulo Alexandre Barbosa (PSDB-SP) e definiram o cronograma para a execução dos levantamentos.

Segundo o diretor-geral da Universidade Paulista (Unip), Edison da Silva Monteiro, existem recursos públicos reservados para o custeio de linhas de pesquisas. Ele sugeriu que essas verbas fossem captadas junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). ‘‘Os financiamentos para este tipo de trabalho são muito grandes. O valor disponível para os estudos representa 1% do ICMS (recolhido pelo Estado). Seria interessante que o Paulo Alexandre conseguisse viabilizar essas verbas’’, propôs.

Para Monteiro, a Fapesp pode liberar o dinheiro necessário mediante a apresentação do projeto de pesquisa e a indicação de um professor pesquisador, que seja mestre ou doutor, para se responsabilizar sobre o uso da verba.

Já o coordenador da Universidade Católica de Santos (UniSantos), Alberto Claro, confirmou que o financiamento é fundamental para a execução das pesquisas sobre mão-de-obra portuária e o seu impacto econômico na região e sobre a relação Porto-Cidade, as duas primeiras questões que serão analisadas. ‘‘As universidades não estão com verbas sobrando para pesquisas. É importante ter um órgão para colaborar nos gastos dos estudos, que são grandes’’, argumentou.

O pedido dos representantes da comissão já vem sendo negociado, admitiu o deputado estadual Paulo Alexandre Barbosa. ‘‘Mas antes precisamos finalizar o projeto básico, aprová-lo e, então, pedir o financiamento, seja público ou privado’’. Ele explicou que já conversou com companhias particulares interessadas em investir nessas pesquisas. ‘‘É grande a disposição das empresas’’.

Barbosa contou, ainda, que a própria Assembléia Legislativa tem mecanismos para custear esses estudos. Sobre a participação da Fapesp, o parlamentar afirmou que os recursos demorariam para ser liberados, em razão de trâmites burocráticos.

Além do financiamento, os integrantes da comissão conheceram o projeto básico de pesquisa e o formato do site www.portouni versidade.com.br, que terá informações sobre a atividade portuária. A idéia é disponibilizar os acessos ao site a partir de 2 de abril, mesma data da reunião marcada para a aprovação do projeto básico.


Leia em: http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=291430&opr=82#




Na Mídia

Encontro incentiva negócios bilaterais Brasil-Portugal
Professor Alberto Claro atua como mediador nas discussões que envolvem Universidades Santistas e Portuguesas.

Segunda-Feira, 5 de Março de 2007, 07:41
Encontro incentiva negócios bilaterais Brasil-Portugal
Da Reportagem

  Começa hoje o I Encontro de Oportunidades de Negócios Brasil-Portugal. O evento, que será desenvolvido no Centro de Convenções do Parque Balneário Hotel, no Gonzaga, reunirá empresários portugueses e brasileiros, autoridades e universidades ligadas ao comércio exterior e negócios.
  Promovido pelo Centro Empresarial do Entre Douro e Vouga, o encontro terá sequência até quarta-feira e apresentará projetos Entre Douro, Vouga e Baixada Santista. O objetivo é unir laços, além de criar e manter negócios entre estas regiões.
  O evento será aberto às 9h30 com o seminário Incentivos a Negócios Bilaterais Brasil-Portugal. Entre os participantes estarão o prefeito de Santos João Paulo Tavares Papa, prefeitos da Baixada Santista e da região do Entre Douro e Vouga (EDV): o presidente do Conselho Empresarial do Entre Douro e Vouga, Eduardo Oliveira Costa, o presidente-diretor da Escola Superior Aveiro Norte (Universidade de Aveiro) Manuel Oliveira Duarte, entre outros.
Programação
  Hoje, às 11h15, as autoridades participam de evento na Estação Elevatória da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que terá a presença do governador José Serra. Às 15 horas começa o painel Apresentação de Projetos Envolvendo a Iniciativa Privada e o Poder Público.
  Amanhã, às 9h30, no Salão Petúnia, será realizada a mesa-redonda Agenda Política - Modelos de Gestão. Ao mesmo tempo, no Salão Orquídea acontecerá a mesa-redonda Oportunidades de Negócios Bilaterais. A partir das 11 horas haverá visitações ao Porto de Santos e à Associação Comercial de Santos.
  Na quarta-feira, às 9h30, no Salão Orquídea o tema a ser discutido será a Internacionalização de Empresas. Entre os presentes, o diretor comercial do Porto de Santos, Fabrizio Pierdomênico, consultores empresariais internacionais e demais autoridades.
  Às 11 horas, no mesmo local, haverá o painel Formação e Qualificação, com a presença do diretor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unisanta, Áureo Emanuel Pasqualeto Figueiredo, do coordenador de Pós-Graduação da UniSantos, Alberto Claro, entre outros expositores.
  Das 14 às 16 horas haverá visitação à Prefeitura, à sede do Ciesp de Cubatão, à diretoria de A Tribuna e ao Pólo Industrial da cidade.
  Às 17 horas, no Salão Nobre da Prefeitura de Santos, será assinado o protocolo de cooperação entre a Região Metropolitana da Baixada Santista e a Associação de Municípios das Terras de Santa Maria.
  Além disso, também será firmado protocolo complementar entre a Associação Comercial de Santos, Fiesp-Ciesp de Santos e Cubatão, a Unisanta e a UniSantos. Por Portugal irão assinar o presidente do EDV e autoridades da Universidade de Aveiro, Isvouga, Ispab e Foresp.



Na Mídia

A Chave Chinesa
Em entrevista ao Jornal A Tribuna de Santos, o Prof. Alberto Claro fala sobre o aprendizado da língua oficial da China e como ele é necessário cada vez mais para os profissionais do Oceidente que querem abrir as portas com o mercado asiático.

Leia entrevista do Prof. Alberto Claro sobre o ensino da língua Mandarim e a  sua importância para a formação do Profissional com foco internacional.





Na Mídia

Pesquisa para o desenvolvimento de Industrias Alfandegadas
Artigo escrito pelo Prof. Alberto Claro, publicado no Jornal da Orla.

Recentemente foi firmado um convênio entre a operadora portuária Ciesa e a Universidade Católica de Santos, com o objetivo principal de serem desenvolvidas pesquisas de auxílio ao desenvolvimento de indústrias alfandegadas na Baixada Santista. Trata-se de um compromisso inicial das duas instituições, que deverá fomentar a abertura de novos postos de trabalho no segmento portuário e servirá para apoiar a implantação do projeto, em áreas portuárias ou retroportuárias, e elaboração de estudos científicos feitos por alunos ou professores mestres e doutores da universidade. O empreendimento proposto vem sendo desenvolvido pela Ciesa e Fertimport e pretende implantar, nas proximidades do cais, terminais para o beneficiamento de importações, que seriam exportadas em seguida. Aoperação conta com isenções fiscais estaduais e federais e tem benefícios diretos em nossa região. Quando a Ciesa precisar dos estudos sobre determinado assunto, seja nas áreas ambiental, logística, administrativa, tecnológica, jurídica ou de legislação, a UniSantos irá oferecer. Em um segundo momento, a instituição terá sua parte, que é a abertura de campos de estágio e de pesquisas. Dentro dessa perspectiva, a UniSantos tenta auxiliar as empresas e organismos públicos, através das suas atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão. A Universidade tem feito a sua parte, através da participação em pesquisas, como por exemplo, o monitoramento ambiental do Canal do Porto de Santos, para o gerenciamento da água de lastro dos navios. Há ainda diversas atividades ligadas à educação continuada acontecendo em parceria com a Autoridade Portuária e os Operadores Portuários, através de cursos in company, e com o apoio ao Projeto Porto Integral, desde o seu inicio. Essa relação entre Porto e Cidade é recente, pois durante décadas, eles não conversaram, ou seja, um ficava de costas para o outro, mas nos últimos anos, os dois perceberam que se não unirem forças, pelo bem regional, a situação ficará caótica.

Jornal da Orla, 28.08.2006


Especialista sugere investimentos
Entrevista do Prof. Alberto Claro ao Jornal A Tribuna, sobre a evolução do comércio no centro de Santos

Da Reportagem


  Investir mais na diversidade de produtos para o público consumidor, transformando o Centro Histórico em uma espécie de shopping center ao ar livre. Essa é uma das sugestões do especialista em estratégias de marketing e coordenador geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão da Universidade Católica de Santos (UniSantos), Alberto Claro, para fortalecer o comércio local.  Em 2004, Claro elaborou um estudo de amostragem que traçou um perfil do público que frequenta o Centro. ‘‘A maioria dos entrevistados informou que
trabalhava no Centro mas preferia consumir e passear nos shopping centers instalados em outros bairros’’. Isso porque não querem passear no mesmo local onde trabalham.
  Para o especialista, é necessário uma divulgação maior para fortalecer os produtos oferecidos no Centro. ‘‘Em muitos casos, os estabelecimentos oferecem itens como roupas com preços menores e com o mesmo padrão de qualidade’’.
  Ele reconhece que muitas ações já vêm sendo feitas pelo Poder Público. ‘‘A revitalização da Rua XV de Novembro e a recuperação de prédios históricos, com a consequente implantação da linha do Bonde Turístico, são pontos positivos que precisam ser ressaltados. Mas ainda é preciso executar melhorias na infra-estrutura, como as calçadas, que estão deterioradas em vários pontos’’.
Mais de mil
  Parte do comércio local tem procurado investir em seus estabelecimentos, garante o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Santos, Amadeu Lopes Lousada. ‘‘Até o início do ano tínhamos mais de 900 lojas estabelecidas na região central. Hoje, este número deve estar em torno de 1.100’’.
  Ele salienta que o Centro ainda concentra um número maior de agências bancárias em relação a outros bairros. ‘‘Além disso, temos toda a estrutura proporcionada pelo Porto, como agências de navegação e empresas de logística, que trazem um público consumidor em potencial. Precisamos acabar com aquele estigma de que investir no Centro não dá retorno’’.
  A CDL destaca que alguns pontos comerciais já estão abrindo aos finais de semana, como a loja da Casas Bahia. ‘‘Reconheço que ainda é pouco, mas já é um começo. Este será um processo gradativo’’.

Modernização

  Duas lojas do ramo de roupas do Centro estão apostando na revitalização da área central. A Still, situada na Rua Martim Afonso, concluiu recentemente a modernização de suas instalações, que passaram a oferecer o mesmo tipo de padrão de outras unidades da rede, situadas em shopping centers.
  Inaugurada há pouco mais de um ano, no Calçadão da Rua Riachuelo, a Grão Pimenta está ampliando as suas instalações, que devem ser inauguradas em outubro.
  Funcionária da loja, Rosângela Bonano disse que o estabelecimento vai contar com uma estrutura para proporcionar um maior conforto para o público consumidor. ‘‘Nossos preços são mais acessíveis e competitivos em
relação aos dos shopping centers’’.
O Centro concentra o maior número de vagas do Estacionamento Regulamentado (ER) pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). São 1.164 vagas contra 274 existentes no Gonzaga e 64 mantidas no Boqueirão.
  No primeiro semestre de 2005, foram vendidos 381.981 cartões para motoristas da Cidade. Neste ano, foram comercializados 393.194. Um fator apontado para esse crescimento é a volta da cobrança do ER aos sábados, que vem sendo criticada por parte dos comerciantes do Centro. Esta iniciativa não é encarada como um grande problema pelo especialista em Marketing Alberto Claro. ‘‘À medida que se criam novos atrativos, esta questão acaba sendo facilmente superada’’.
Para a secretária municipal de Planejamento, Débora Blanco Bastos Dias, a região do Centro está sendo potencializada com os atrativos históricos e os incentivos do projeto Alegra Centro.

Dados comparativos
Bairro / Agências bancárias / Escritórios de Advocacia / Hotéis
Centro  39 237 14
Gonzaga  19 36 5
Aparecida  4 1 —
Fonte: www.investsantos.com.br (com base em informações do Conselho
Municipal de Entidades de Bairros — Janeiro/2004)


http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=261613&opr=103




JOVENS NO VERMELHO
Entrevista do Prof. Alberto Claro, ao Jornal da Orla, sobre o consumismo dos jovens

 Mírian Ribeiro
O prazer da satisfação imediata, o acesso facilitado ao crédito, o impulso pelo consumo e a inexperiência para organizar as próprias finanças são alguns dos motivos que levam os jovens, incluindo os adolescentes, a se endividarem cada vez mais. As armadilhas estão montadas nas ruas, nas lojas, através da televisão e até dentro das faculdades. Nunca se ofereceu tanto dinheiro, e de forma tão fácil. É só assinar para obter o financiamento do bem desejado, cartão de crédito, cheque especial. O final da história para muitos é ter seu nome na lista de maus pagadores do Serasa, ficar com restrição ao crédito e iniciar a vida adulta no vermelho, o que pode prejudicar, inclusive, seu trânsito no mercado de trabalho.
Planejar o orçamento avaliando o que ganha e o que pode gastar, pesquisar preços, e tentar resistir aos apelos publicitários que levam à compra de coisas absolutamente desnecessárias ou que podem aguardar momento melhor. A regra parece simples, mas, principalmente no caso do jovem, é preciso antes aprender a controlar a ansiedade na hora da compra para evitar o endividamento.
O comportamento do jovem frente ao consumo também é bastante influenciado pelo aspecto social. "Ele, que vive uma fase de afirmação, deseja os símbolos de status do grupo social ao qual quer pertencer", diz o professor de marketing e administração, José Alberto Claro, coordenador dos cursos de pós-graduação da UniSantos.
Segundo o professor, o jovem precisa ser bem orientado para não perder o foco e a visão da realidade. "Hoje o mercado de consumo tem uma infinidade de ofertas e seduções, que vão de roupas às novidades tecnológicas. É fundamental saber avaliar se aquilo é realmente necessário em sua vida". Ele cita o exemplo de uma aluna que, inadimplente na faculdade, exibiu o novo celular que tira fotos. "Começar a vida no vermelho é muito preocupante e, se o comportamento não for corrigido, pode se tornar sistemático, acompanhando o indivíduo por toda a vida adulta".
O coordenador do Cidoc, o advogado João Vieira, aconselha os jovens a consultar os pais ou alguém do ramo antes de fazerem uma transação financeira, tomando o cuidado de ler o contrato de ponta a ponta. "O jovem se deixa levar pela impetuosidade, pela vontade de ter, depois não tem como pagar, começa a vida com restrição ao crédito. É importante fazer uma análise fria da situação do bolso dele e dos pais", diz. Caso já esteja endividado, ele aconselha a negociar o débito, "há casos de redução em até 90% do valor". O interessado pode também procurar orientação junto ao Cidoc, na rua Bahia, 138, no Gonzaga.
Dinheiro não nasce em árvore
Na opinião do consultor financeiro Cláudio Boriola, especialista em Economia Doméstica e Direitos do Consumidor, o grande problema é a falta da disciplina de Educação Financeira nas grades curriculares. "Se os jovens não forem educados, a tendência é aumentar ainda mais a inadimplência". O Distrito Federal sai na frente: a partir de 2007, todas as escolas da rede pública terão a disciplina no currículo escolar. Boriola defende a concessão de mesada a partir dos 7 anos de idade. "É o melhor método para ensinar as crianças a lidar com dinheiro. A mesada ensina, na prática, conceitos de planejamento, causa e efeito, e responsabilidade. Se a criança decide gastar toda a sua mesada antes do próximo recebimento, irá passar por um período de privação de gastos. Se desejar algo que excede o valor da sua mesada, então deve poupar", explica o consultor, que aconselha os pais a orientarem os filhos a comprar sempre à vista, para evitar juros. "Deve-se mostrar o peso dos juros no orçamento e que dinheiro não se recebe de graça, mas sim pelo trabalho". Segundo ele, antes de se dar mesada aos filhos, é importante mostrar o que é essencial e o que supérfluo na hora de gastar dinheiro.
Pesquisa aponta crescimento da inadimplência
Pesquisa divulgada pela Telecheque revelou que jovens com até 20 anos representam 16% dos inadimplentes no primeiro semestre de 2006. No mesmo período do ano passado eles eram em 7%. Na avaliação da empresa, que registra o total de cheques sem fundo no Brasil, o resultado é reflexo da crescente entrada dos jovens no mercado de concessão de crédito, assim como do aumento das contas universitárias. Outro levantamento, feito pela Associação Comercial de São Paulo, apontou que 6% do total de nomes que figuram no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) correspondem a jovens com até 21 anos.
Segundo o vice-presidente da Telecheque, José Antônio Praxedes, o perfil do jovem endividado é bem característico. ‘Estudando ou não, ele está entrando no mercado de trabalho. Tem o primeiro emprego, conta-salário, talão de cheques. Sente-se apto para consumir. Acaba entrando numa fase de deslumbramento pela facilidade de crédito. Além de sentir-se poderoso com uma conta no banco, o jovem é vítima das redes de varejo. Nas grandes lojas, quem define o crédito é o cliente. Com tamanha facilidade e bombardeado pelas campanhas publicitárias, ele acaba se descontrolando".
Fazendo o pé-de-meia
Tão familiar aos jovens, a internet tornou-se uma vantajosa opção para aplicar o dinheiro poupado, mesmo que seja uma pequena quantia, orienta o consultor financeiro Ricardo Conzo. "Hoje, há um leque amplo para aplicações e de grande complexidade. O mercado, altamente volátil e interligado, tenta garimpar o dinheiro, daí tanta oferta de crédito. Com o advento da internet a aplicação ficou mais democrática, qualquer pessoa de qualquer idade e poder financeiro pode fazer com segurança, basta conhecer como funciona".
Segundo Ricardo Conzo, a internet está se tornando o segundo mercado financeiro do Brasil para a compra de ações, opções e aplicações em futuros, fundos de investimentos ou diretamente no Tesouro Nacional. A vantagem é que a internet elimina os intermediários, o que permite que ofereça taxas de administração de fundos e ativos financeiros bem inferiores às cobradas no mercado convencional. Se aplicar R$ 10 mil em títulos de renda fixa do governo, por exemplo, o investidor pagará taxa de administração anual ao banco (no caso, o intermediário) em torno de 3 a 4%. Pela internet, este custo será em média de 0,4%.
"No Brasil, de 70 a 80% dos investidores aplicam em renda fixa ou títulos do governo, o que revela um perfil conservador", diz Conzo. São aplicações seguras, embora possam render menos do que apostas mais ousadas. Antes de decidir pela aplicação, o consultor financeiro orienta os jovens a se informar, fazendo cursos, ouvindo a opinião de duas ou mais pessoas que entendem do assunto e, principalmente, descobrindo seu perfil: arrojado, moderado ou conservador. "O mercado oferece chance para qualquer dinheiro e é possível lucrar o dobro da caderneta de poupança, sem risco", afirma.
Outra recomendação: na compra de determinado produto, evite crediários longos, faça pelo menos três orçamentos (há grandes oscilações nos preços) e deixe seu dinheiro guardado para aproveitar as promoções. "Muitas empresas estão ganhando dinheiro com os juros do crediário e não propriamente com a venda da mercadoria".
http://www.jornaldaorla.com.br/arquivo/3215.shtml





Pesquisas vão facilitar criação de empregos
O convênio firmado entre a operadora portuária Ciesa S/A e a Universidade Católica de Santos (UniSantos), para desenvolver pesquisas de auxílio ao desenvolvimento de indústrias alfandegadas na Baixada Santista, deverá fomentar a abertura de novos postos de trabalho no segmento portuário.

Terça-Feira, 8 de Agosto de 2006, 08:58
Pesquisas vão facilitar criação de empregos
Da Reportagem

  O convênio firmado entre a operadora portuária Ciesa S/A e a Universidade Católica de Santos (UniSantos), para desenvolver pesquisas de auxílio ao desenvolvimento de indústrias alfandegadas na Baixada Santista, deverá fomentar a abertura de novos postos de trabalho no segmento portuário. A análise é do professor José Alberto Carvalho dos Santos Claro, coordenador de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão da instituição.
  A parceira foi oficializada no último dia 18 entre o presidente da Ciesa, Vicente do Valle, e a reitora da UniSantos, Maria Helena Lambert. O acordo será válido por dois anos, podendo ser renovado, e servirá para que a implantação das indústrias alfandegadas, em áreas portuárias ou retroportuárias, sejam viabilizadas com a colaboração de estudos científicos feitos por alunos ou mestres da universidade.
  O empreendimento proposto vem sendo desenvolvido pela Ciesa em parceria com a também operadora portuária Fertimport. O objetivo é implantar, nas proximidades do cais, terminais para o beneficiamento de importações, que seriam exportadas em seguida. Tal operação conta com isenções fiscais estaduais e federais.
  Conforme o coordenador da UniSantos, a primeira fase do convênio será caracterizada pela colaboração da instituição às análises conceituais do projeto. Para ele, em uma segunda etapa, quando as indústrias alfandegadas forem implantadas, haverá a oportunidade de contratação dos alunos para o trabalho nas empresas que aderirem à execução do empreendimento.
  ‘‘Por enquanto, quando a Ciesa precisar dos estudos, de uma posição sobre determinado assunto, seja nas áreas ambiental, logística, administrativa, jurídica ou de legislação, a universidade vai oferecer. Mas, em um segundo momento, a instituição terá sua parte, que é a abertura de campos de estágio e de pesquisas’’, destacou.
  As ofertas de conhecimento que a UniSantos irá oferecer à sua conveniada serão feitas por mestres e doutores, especializados nas mais diversas áreas do conhecimento. ‘‘Toda a nossa área de pós-graduação vai estar a postos’’, afirmou.
Vocação
  Para Vicente do Valle, a implantação das unidades na região buscará, também, abrir uma nova opção de atividade. Para ele, ‘‘além da vocação turística, de lazer e entretenimento, a região vai ser voltada e reconhecida como de desenvolvimento industrial’’.
  Segundo o presidente da Ciesa, o convênio será importante também pelas informações que as duas empresas fomentadoras deste projeto poderão oferecer aos alunos da universidade. ‘‘O conteúdo poderá ser passado para que os próprios alunos possam compreender melhor a nossa idéia e até entrarem nesse meio, que vai mudar muito a nossa cidade, a nossa região’’.
  Valle destacou que as cidades da Baixada Santista, especialmente as portuárias — Santos, Guarujá e Cubatão — vão se beneficiar até tributariamente com o surgimento das indústrias alfandegadas. ‘‘Hoje, mesmo o Porto de Santos tendo esse tamanho todo, essa movimentação toda, pouco (dinheiro) fica na região. As receitas da carga que passa pelo porto ficam, em grande parte, na origem’’.





Leilões virtuais são boa chance de compra
Leia entrevista do Prof. Alberto Claro, para o Jornal A Tribuna de Santos, sobre Leilões Virtuais





Terça-Feira, 30 de Maio de 2006, 09:36

Leilões virtuais são boa chance de compra
Da Reportagem

  Cada vez mais divulgados pela internet, os chamados leilões on line oferecem os mais diversos tipos de produtos para o público consumidor e para empresas. Entretanto, especialistas alertam que este tipo de transação exige os mesmos tipos de cuidados de uma modalidade convencional de leilão, como checar a idoneidade da empresa mantenedora da página visitada.
  No dia 14 de junho, a rede de hipermercados Carrefour colocará em leilão uma série de produtos de ponta de estoque e fora de catalógo, incluindo eletromésticos, ferramentas e outros artigos eletrônicos.
  Para se cadastrar para o leilão, é preciso acessar página www.superbid.net, mantida pela empresa SuperBid, que vem ampliando sua área de atuação nos últimos anos trabalhando para estatais como a BR Distribuidora, através de leilões de renovação de frotas de veículos e maquinários.
  Não há uma regra geral de preços dentro desse sistema. Quando o produto é colocado em leilão, é fixado um lance mínimo inicial. A partir dele, os participantes podem encaminhar lances, que são atualizados on line diariamente e com prazo de término pré-estabelecido.
  A maior vantagem está no preço, geralmente mais baixo do que o encontrado no comércio em geral.
  O professor José Alberto Claro, do curso de pós-graduação de Marketing da Universidade Católica de Santos (UniSantos), explica que os riscos de um leilão virtual são os mesmos de um leilão convencional. ‘‘Veja sempre como se procede o cadastro e as regras para participação, além das formas de pagamento e de envio do produto arrematado’’.
  Outro cuidado básico é checar sempre se os valores do lance estão compatíveis com o produto desejado. ‘‘Se alguém der um lance maior do que aquele que você pretendia gastar, o ideal é desistir e tentar conseguir encontrar o produto em outra página oficial. Pague somente o que você considerar justo pelo produto, seja qual for’’.
  Em muitos casos, produtos como fogões e geladeiras são leiloados em lotes de mais de uma unidade. ‘‘Se o preço compensar, vale a pena falar com amigos que estejam precisando do mesmo eletrodoméstico e possam ajudar a oferecer lances em conjunto’’, assinalou o especialista.
  As empresas ou leiloeiros responsáveis são obrigadas a informar se o produto leiloado possui algum tipo de pendência judicial em andamento. ‘‘O Código de Defesa do Consumidor garante esse direito. Não se pode omitir nenhuma informação’’.
Caução
  Uma das formas usadas pelas empresas é o depósito bancário de caução, que não é liberado até que o produto seja efetivamente entregue. ‘‘Algumas optam por receber o dinheiro somente após o cliente confirmar a chegada do produto que arrematou. É fundamental ler as condições de participação do leilão antes de entrar nele’’.
  Para aqueles que desejam utilizar o cartão de crédito no ato do pagamento,José Alberto Claro recomenda que o interessado dê preferência para sites com envio de dados criptografados. ‘‘Este sistema é mais seguro’’.

Terça-Feira, 30 de Maio de 2006, 09:37
Mercado Livre tem cadastro de 7 milhões de usuários
Da Reportagem


  Criado em 1999, o portal Mercado Livre (www.mercadolivre.com.br) mantém um cadastro com sete milhões de usuários no país. Através dele são oferecidos os mais variados tipos de produtos que podem ser adquiridos on line pelos interessados.
  O diretor-presidente do portal Mercado Livre, Stelleo Tolda, explica que o sistema possui algumas particularidades que diferem do modelo convencional de leilão. ‘‘Mais de 80% das transações registradas em 2005 foram efetuadas pelo preço inicial. As pessoas acabam não oferecendo lances, com ocorre normalmente em leilões’’.
  O interessado também pode manter contato com o vendedor para saber mais detalhes do produto antes de concluir a compra. Além disso, o site pode intermediar a transação, condicionando a liberação do dinheiro para o vendedor somente após a entrega do bem adquirido.
  ‘‘Nós temos ainda um programa de proteção ao comprador. Quando constatamos que houve prejuízo, ele é ressarcido em até R$ 600,00’’, assinalou Tolda.
  Os responsáveis pelo portal recomendam que o dinheiro não seja efetivamente pago antes do recebimento do produto comprado. ‘‘Se possível, utilize sempre o sistema sedex dos Correios, que oferece comodidade e segurança para o pagamento’’.



Passaporte para o emprego
Entrevista do prof. Alberto Claro, ao jornalista Tonico Sanches, do Jornal da Orla, dia 30.10.2005

http://www.jornaldaorla.com.br/arquivo/2451.shtml



Ao mesmo tempo em que as taxas de desemprego são altas, sobram vagas no mercado de trabalho. A aparente contradição se explica pela falta de qualificação profissional: quem busca trabalho não está suficientemente preparado para assumir as responsabilidades das vagas disponíveis.

Portanto, nunca foi tão importante enriquecer o currículo e dar continuidade aos estudos. "Atualmente, as empresas exigem grandes qualificações e preparo emocional de seus empregados. É necessário estar sempre atualizado e fazer cursos extracurriculares", explica Roberta Capurso, supervisora de recrutamento e seleção do Grupo NPO.
Segundo ela, o profissional hoje precisa planejar sua carreira, caso pretenda conquistar um posto em grandes empresas. "Cargos de mais desafios exigem uma pós-graduação, especialização, domínio de dois idiomas, no mínimo, e desenvolvimento de habilidades pessoais, como liderança e dinâmica".
O estudo tem valor decisivo para quem busca uma vaga no mercado. O coordenador geral de Especialização e Extensão da UniSantos, José Alberto Carvalho dos Santos Claro, diz que em algumas áreas, quem fica dois anos sem estudo, depois de formado, dificilmente consegue trabalho. "A pessoa fica desatualizada e mal vista pelo mercado".
As exigências dos empregadores não são poucas. Como diz o título do livro do administrador de empresas Henrique Flory, "emprego não cai do céu". Confira a seguir um guia de dicas para quem busca se adequar ao mercado e obter sua vaga, manter a posição dentro da empresa ou crescer profissionalmente.
Pós-graduações, especializações e cursos
A busca desesperada por qualificação faz com que muitos profissionais iniciem um curso de pós-graduação ou especialização sem estar preparado para tal. "É importante o aluno saber que encontrará uma leitura pesada e dura e trabalhará em grupo. O professor não o ajudará, como no curso de graduação", explica Alberto Claro.
Segundo ele, muitas pessoas pensam que terão apenas de estudar em horário de aulas, mas não é bem assim. "Em curso de pós-graduação o aluno tem cerca de duas aulas por semana. Portanto, é necessário dispor de tempo livre para estudar fora da universidade também".
Para quem quer fazer um curso de pós-graduação e especialização, mas está muito tempo sem estudo, o professor da UniSantos indica os seguintes passos: manter leitura atualizada, participar de palestras (muitas gratuitas) de sua área nas universidades locais, manter-se antenado com os acontecimentos de sua profissão e utilizar a internet como ferramenta de conhecimento. "O futuro aluno deve fazer tudo isso, entre seis meses e um ano antes de começar o curso".
Cada vez mais populares, os cursos comportamentais, que trabalham com liderança, dinâmica de grupo, entre outros, também são importantes. A fluência em outros idiomas, atualmente, é fundamental para quem busca uma vaga em uma grande empresa. "Os idiomas necessários hoje são o inglês e o espanhol. Mas, dependendo da profissão, a pessoa pode procurar pelo japonês e outros mais específicos", argumenta Roberta Capurso.
Planejando a carreira profissional
A supervisora de recrutamento do grupo NPO, Roberta Capurso, defende um planejamento da carreira, por parte do profissional. "Claro que planejar a carreira depende das condições que a pessoa vive. Para quem visa subir rapidamente dentro da empresa onde trabalha, o estudo deve ser constante. Já quem tem intenções a longo prazo, uma pós-graduação, em dois anos, é o bastante".
Para aqueles que estão começando ou ainda cursando a faculdade, Capurso diz que um estudo do mercado, onde essa pessoa pretende trabalhar, é um começo. "As pessoas em processo de formação depois precisam fazer estágio, participar de programas trainees e desenvolver projetos dentro da faculdade, visualizando uma vaga em sua área, a curto prazo".
Para aqueles com mais experiência no mercado e que pretendem reciclar seus conhecimentos, Capurso afirma que a reavaliação de objetivos é o melhor a fazer. "Para pessoas com muitos anos de profissão, a posição de consultor de pequenas empresas e prestador de serviços para o mercado em geral são boas opções".
Como se comportar na entrevista
"O corpo fala. Portanto, o visual é importantíssimo em uma entrevista de emprego", defende a ministrante de cursos e palestras Suely Aparecida de Carvalho Fernandes. "As pessoas precisam se preocupar com a roupa e o modo como se comportarão, durante a conversa com o entrevistador", completa. Confira a seguir dicas de como se comportar em uma entrevista:
Roupa e cabelo
Mulheres - devem evitar roupas com decote, saias, sandálias e maquiagem em excesso no rosto. O cabelo deve ficar preso, de preferência.
Homens - uma camisa e uma calça social estão de bom tamanho. Evitar a combinação calça preta e camisa branca para não se parecer com um garçom, segundo Suely. Cinto e sapato devem estar combinando. O rosto bem barbeado e o cabelo penteado. Caso o cabelo seja comprido, prendê-lo.
Comportamento
O que evitar – não gesticular, coçar-se, marcar chiclete, usar gírias durante a conversa, não pedir desculpas à toa e não fazer perguntas ao entrevistador, como "quando vocês decidirão o escolhido para a vaga?", entre outros.
O que fazer – falar pouco e com bom vocabulário, olhar nos olhos do entrevistador, enumerar suas qualidades (dinâmico, gosto de lidar com o público etc.) e não suas características, o que é básico para a empresa (como honesto, responsável etc.). "Ao final da entrevista, apenas desejar um "bom dia ou boa tarde" ao entrevistador.
Como prepara um currículo
• Não entregar xerox do currículo.
• Levá-lo em uma pasta para não amassá-lo
• Colocar seu objetivo dentro da empresa (exemplo: recepcionista, em um hotel)
• No tópico formação, colocar apenas o que estudou, onde e em que ano se formou.
• No espaço experiências profissionais, colocar apenas o último e o penúltimo locais de trabalho.
• Em "cursos extracurriculares", colocar os com certificação, dando destaque para informática, idiomas, palestras e workshops em universidades.
• Na pretensão salarial, o ideal é escrever "em aberto". Nunca colocar "a combinar".



Citado por Comunicação e Estratégia: Revista Digital
Volume 3, Número 4, Julho de 2006

Autoria - Livros

Lançamento de Livro - Prof. Alberto Claro
O Prof. Alberto Claro, escreveu o Capítulo no livro Gestão Empresarial - Casos e Conceitos de Evolução Organizacional

Prof. Alberto Claro escreve o capítulo 13 do livro que você poderá consultar pelo link:
Sobre a Obra

Pesquisas mostram que a evolução dos estudos organizacionais
entra em sintonia com a evolução econômica,
política, social e antropológica do desenvolvimento das sociedades.
Gestão Empresarial - Casos e conceitos de evolução
organizacional apresenta teorias e práticas de gestão,
sedimentadas em pilares como: compilação dos principais
assuntos de gestão ministrados em cursos de especialização,
ênfase no teor longitudinal de gestão em organizações,
exposição de múltiplos exemplos da realidade brasileira e
relatos de pesquisas com instituições de ensino superior e
exercícios.
Organizado por Éder Paschoal Pinto, professor doutor
pela FGV-SP e profissional com mais de 20 anos de experiência
em companhias de diversos setores da economia
brasileira, o livro reúne autores de peso na construção de
uma obra completa sobre gestão no Brasil, que oferece da
teoria à prática um excelente guia para graduandos em
cursos de Administração e áreas afins em todo o país.
Sumário


CAPÍTULO 13: METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO 

INTRODUÇÃO
PESQUISA
MONOGRAFIA
PLANEJAMENTO E ESTRUTURA
ELEMENTOS TEXTUAIS
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
ARTIGO CIENTÍFICO
REFERÊNCIAS
GLOSSÁRIO

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