quinta-feira, 4 de abril de 2013

Elementos estruturantes de um projeto de pesquisa

Este novo post também foi desenvolvido na disciplina que ministro (Texto Acadêmico: Pesquisa e Publicação) no Programa de Pós-Graduação em Administração – Mestrado em Administração (PPGA) da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Corresponde às reflexões pertinentes aos seguintes temas debatidos em nossa quinta aula: Elementos estruturantes do projeto de pesquisa. Roteiros para projetos de pesquisa

Seus autores (e também debatedores na aula) são: Esther Cosso, Joel Adame Tinti, Márcia Aparecida de Oliveira, e Silvio Ferreira de Souza. Este texto foi elaborado sob minha supervisão e orientação.

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Caso real que deve ser seguido por outras empresas: superar o que um consumidor espera da sua marca - Aqualung

Este post é mais um agradecimento e atribuição de mérito do que qualquer outra coisa. Mas, coisas ou acontecimentos bons devem ser propagadas, pois, hoje acompanhamos péssimos casos (ou descasos) em que as marcas tratam seus consumidores como “lixo”. Se for para rir, cabe uma ida ao canal Porta dos Fundos no YouTube para se deliciar com alguns “causos” interessantes de mau exemplo.

Aqui quero relatar um caso verídico ocorrido comigo no dia 15 de março de 2013.

Era um sábado e eu retornava a São Paulo (Aeroporto de Congonhas) a partir do Aeroporto de Santos Dumont (Rio de Janeiro). Estava em atividade profissional por lá durante a semana.

Sempre que vou ao Rio passo na loja da marca Aqualung (localizada no piso superior) e adquiro presentes para membros da família. Posso dizer que é uma mania (saudável) minha.

Desta vez, como sempre, fiz a compra. “Super feliz” cheguei em casa e entreguei os presentes. Quando percebi que o tamanho da Camisa Lisa Tricolim Rosa M, que dera a uma parente estava menor do que o tamanho que ela costuma usar.

Falha minha e me penitenciei por ter sido o causador disso. Fiquei triste e decepcionado com isso e ela também comigo rsrsrs.

Prometi que iria entrar em contato com a empresa para ver uma maneira de realizarmos a troca, visto que moro em Santos (SP) e voltaria ao Rio após o prazo regulamentar que a Lei permite para trocas. Com isso o prazo para troca já passaria e eu perderia a peça.

Entrei em contato com eles pelo e-mail de contato disponível na página da marca na internet e perguntei da possibilidade de eu poder efetuar a troca do produto, igual por um tamanho maior e assim completar o agrado à parente.

Para minha surpresa fui prontamente atendido e dada uma determinada solução, que já me agradou. Porém e por coincidência, um casal de amigos faria um cruzeiro no fim de semana seguinte a Búzios (litoral carioca), local no qual a marca possui uma loja.

Perguntei se poderia ser feita a troca lá e a resposta foi positiva. Assim foi feito e todos ficaram felizes.

Portanto, gostaria de creditar essa ação a essa marca, e em troca informo os belos projetos que eles tocam: Tatuí e Instituto Aqualung. Coisa boa é para se contar para todo mundo! Parabéns à Aqualung e às pessoas que fazem diferença.

 

Para ler e refletir: O desafio docente perante um mundo digital

Me deparei com os dois textos que cito abaixo:

· Escola digital desafia 'professor analógico': Além de diferença de gerações entre alunos e professores, formação de docente não contempla a tecnologia na sala de aula

A ideia de "professores analógicos" em escolas com "alunos digitais" sempre volta à tona quando o debate é a chegada da tecnologia na sala de aula. A diferença de gerações é essencial nessa relação, mas há uma crise que cabe principalmente ao poder público resolver: a formação dos docentes ainda não contempla essa nova realidade e desafios.

Fonte Primária: O Estado de São Paulo
Veja também: Formação de docentes não contempla o uso de novas tecnologias em sala de aula (Portal Aprendiz)

Extraído do [Clipping RCE] 04/abr/2013

Sugiro uma outra leitura que indica os caminhos que se abrem para a caminhada: ‘Moocs mudam o ensino dentro e fora da universidade’ (PORVIR)

Leia a opinião do Prof. Dr. José Salvador Faro da própria UMESP.

Todos nós, docentes, estamos vivendo esta situação. Grande parte de nós está “caminhando e aprendendo” a usar as tecnologias (ou ferramentas) que surgem a todo o instante, em sala de aula.

No PPGA da UMESP, onde leciono, inseri essa hábito na disciplina dada neste semestre (2013.1), pedindo aos discentes que apresentem suas reflexões em forma de posts que depois são inseridos aqui no meu blog. mas é um movimento pífio em direção ao ideal, reconheço.

Uma medida interessante e que está aproximando as discussões na turma, e o melhor: se expandindo para fora das paredes da sala.

Acho que é um primeiro passo…

Expresse aqui seu comentário a respeito.

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