segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Internet só perde para TV durante eleições

Vinicius Aguiari, de INFO Onlinealt

A internet foi o segundo meio de comunicação mais utilizado pelos eleitores para se informarem durante as últimas eleições.

De acordo com um relatório divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral, 9,9% dos eleitores recorreram á web na hora de buscar informações sobre seus candidatos. A internet deixou para trás meios tradicionais, como o jornal impresso (6,4%), o rádio (4,2%) e as revistas (0,7%).

A televisão ainda continua a ser o canal mais popular entre os eleitores, com 56% da preferência. Outros 18,4% dos eleitores preferem conversar com amigos e parentes para orientar seus votos.

Com a reforma eleitoral, essa foi a primeira vez que políticos puderam usar as redes sociais para realizar campanha.

Kroton Educacional: matrículas deficitárias podem abater ações na bolsa

HSBC liga sinal amarelo e rebaixa papéis após negativos no terceiro trimestre

Mirela Portugal, de EXAME.com

O desempenho da Kroton Educacional (KROT11) durante o terceiro trimestre não convenceu. A conclusão é do HSBC em análise do resultado trimestral da companhia, divulgado nesta segunda-feira (29). As incertezas levaram ao rebaixamento da recomendação das ações de overweight (alocação acima da média do mercado) para neutro (alocação em linha com o mercado).

Um dos maiores grupos educacionais do país, a Kroton foi abatida pela diminuição do número de alunos matriculados, que resultou em receita líquida de 159 milhões de reais no terceiro trimestre, 5,8% menor que a expectativa do HSBC. O preço-alvo da ação foi mantido em 19,50 reais, com retorno potencial de 7%.

“O padrão diferente revela mudanças em curso no segmento de ensino superior da empresa, que precisam ser monitoradas pelos investidores”, diz o analista Luciano Campos. “As incertezas sobre o desempenho das matrículas e os verdadeiros níveis de custos e despesas não sustentam um aumento em nossa avaliação”, complementa.

Entre as possíveis explicações para a diminuição do número de alunos (a diferença entre o segundo e terceiro trimestre chegou a 3%), o HSBC lista a absorção dos empreendimentos Pitágoras e IUNI. “Ainda há muito ainda há muito a aprender sobre o segmento de ensino superior, em nossa opinião”, finaliza o analista.

Fonte: Exame.com

EDITAL MCT/CNPq/MEC/CAPES Nº 68/2010

Objetivo: Apoiar e incentivar a editoração e a publicação de periódicos científicos brasileiros, em todas as áreas do conhecimento, sendo considerado prioritário o apoio às revistas divulgadas por meio eletrônico, na Internet,em modo de acesso aberto, ou de forma impressa/eletrônica simultaneamente.
Inscrição: Até às 18h do dia 8 de dezembro de 2010.
Esclarecimentos e in

 

formações adicionais acerca do conteúdo do edital e preenchimento do formulário de proposta online podem ser obtidos encaminhando mensagem para o endereço eletrônico editoracao@cnpq.br.
O atendimento a proponentes com dificuldades no preenchimento do Formulário de Propostas Online será feito pelo endereço suporte@cnpq.br ou pelos telefones (61) 2108-4566 ou 2108-9354, de segunda a sexta-feira, no horário de 8h30 às 18h30.
Link: http://www.cnpq.br/editais/ct/2010/docs/068.pdf

Classe D cresce em relação à A na universidade

No ensino superior, alunos provenientes da classe D já contabilizam o dobro dos da classe A, é o que informa o site Agência Estado.

De acordo com um estudo publicado pelo instituto Data Popular, no ano de 2002, 180 mil estudantes da camada D estavam matriculados em universidades públicas e privadas do país. Em 2009, eles somavam 887,4 mil.

A pesquisa apontou que o segmento mais rico reduziu pela metade o ingresso em faculdades no mesmo período, totalizando apenas 423, 4 mil graduandos.

“Cerca de 100 mil estudantes da classe D ingressaram a cada ano nas faculdades brasileiras entre 2002 e 2009. Hoje temos a primeira geração de universitários desse estrato social", observa Renato Meirelles, sócio diretor do instituto e responsável pelo estudo.

O estudo, realizado a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, revela também que as classes C e D respondem atualmente por 72,4% dos estudantes universitários.

São considerados estudantes de classe D aqueles com renda mensal familiar entre R$ 510 e R$ 1.530. Já na classe A, a renda é aproximadamente R$ 10.200.

De acordo com Meirelles, a mudança de perfil deve ter impactos no mercado de consumo em médio prazo, pois o maior nível de escolaridade poderá tornar esse segmento social, que é a grande massa consumidora do país, mais exigente.

Fonte: Baguete

Campanha de Natal do Pão de Açúcar mira na sustentabilidade

de Portal da Propaganda

... aproveitem o momento do encontro com amigos, os atos de presentear, as delícias da ceia e não se esqueçam do consumo consciente e do meio ambiente. ...

Os problemas das compras coletivas na internet

do Gizmodo Brasil de Felipe Ventura

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O fenômeno das compras coletivas estourou no Brasil este ano: depois que o Peixe Urbano foi lançado, diversos sites apareceram com a mesma proposta - reunir, através da internet, um número mínimo de pessoas para oferecer grandes descontos em produtos e serviços. Esses sites mobilizam milhões de internautas no Brasil, mas quem usa seus serviços pode ter dores de cabeça: ofertas mal explicadas, atrasos na entrega e até discriminação - então veja os cuidados a se tomar nas compras coletivas.

O IDG reuniu as reclamações contra sites de compra coletiva feitas no site Reclame Aqui. Até sexta-feira, o Groupon/Clube Urbano, ClickOn e Peixe Urbano tinham 608, 528 e 463 reclamações, respectivamente. Clubes de compra têm número maior: o Privalia conta com 2.160 reclamações, enquanto o Brandsclub tem 2.099.

O caso seguinte é um dos cinco detalhados pelo IDG:

Em 9/11, às 8h46, um consumidor relatou a experiência de ter comprado, para a esposa, uma sessão de tratamento de beleza num salão do Rio de Janeiro. Diz ele que, depois que se identificou como portadora de voucher do Peixe Urbano, foi tratada de forma discriminatória. “Lá vai o peixe... Esses peixes não são fáceis... Esses peixes só dão trabalho... Vamos fazer um meia boca nesse peixe e tá muito bom”, disseram as atendentes, segundo o consumidor. “O ponto alto do ato discriminatório foi quando minha esposa foi proibida de retornar à cadeira a qual ela iniciou o tratamento porque ela era ‘peixe’, conforme disse um funcionário”, relembrou.

Ou seja, a empresa decidiu oferecer descontos pelo Peixe Urbano e mesmo assim tratou o cliente com preconceito - o cliente que correu atrás da oferta e pagou por ela. O Peixe Urbano respondeu pedindo desculpas e dizendo que encaminharia a reclamação para a empresa. A responsabilidade foi da empresa, não do site de compra coletiva, mas é um risco que o consumidor pode correr. Os outros casos envolvem oferta mal explicada, atrasos e cancelamentos, validade expirada de vouchers e até empresa que fechou as portas - vale a pena ler todos no IDG.

Claro, muitos dos milhões de participantes das compras coletivas até hoje no Brasil devem ter saído satisfeitos, mas é bom tomar alguns cuidados: segundo Mariana Alves, advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), vale checar se o site de compra coletiva fornece CNPJ, endereço e telefone, além de salvar a página da oferta e da confirmação da compra. E, claro, sempre checar os termos da oferta e o prazo dos cupons, evitando compras por impulso - dependendo do caso, nem vale a pena participar de uma promoção.

Eventos esportivos–realmente um bom negocio…para quem der a largada agora

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