terça-feira, 28 de julho de 2009

MEC dá 90 dias de prazo para instituições de ensino superior se regularizarem

Universidades e centros universitários têm problemas no corpo docente.
Sete delas ficam impedidas de abrir novos cursos.

O Ministério da Educação deu nesta segunda-feira (27) 90 dias de prazo para que 35 universidades e centros universitários regularizem suas situações com o órgão. De acordo com o MEC, as instituições têm problemas na composição do corpo docente. Sete delas também ficam proibidas de abrir novos cursos e de ampliar as vagas dos já existentes neste período.


De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases, as universidades devem ter um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação acadêmica de mestrado ou doutorado e um terço dos professores em regime de tempo integral. Já os centros universitários devem contar com um quinto do corpo docente em regime de tempo integral e um terço, pelo menos, com mestrado ou doutorado.


Um primeiro levantamento, feito pelo MEC em 2007, mostrou que 123 instituições descumpriam a norma. Após notificação do ministério, 35 continuaram irregulares. São oito centros universitários em cinco estados e no DF e 20 universidades em oito estados.


Caso não cumpram o determinado pelo ministério, as instituições podem sofrer punições, como, por exemplo a redução de vagas ofertadas -chegando até ao descredenciamento. A lista das universidades e centros universitários com problemas pode ser vista no site do MEC.

Veja a lista completa aqui: Portal MEC

Fonte: G1

Aquisições fazem o grupo Iuni elevar ganho



O Iuni Educacional, grupo privado de ensino superior que atua nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste do País, registrou Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) de 22,3% no ano passado, depois das aquisições realizadas pelo grupo.

Antes das nove incorporações concretizadas pelo IUNI, em 2008, a margem Ebitda era de 5%, bem abaixo da atual. De acordo com a diretoria do grupo, o resultado valida a filosofia de crescimento por meio de aquisições, adotada pelo IUNI nos últimos quatro anos para se posicionar como empresa consolidadora no segmento de ensino superior.
Fonte: DCI e CM Consultoria

Baixo número de candidatos leva universidade a cancelar turma de Jornalismo

Meu comentário: INFELIZMENTE ESTA SITUAÇÃO É MAIS CORRIQUEIRA DO QUE PARECE. o EXCESSO DE OFERTA DE VAGAS E CURSOS E A FALTA DE UM FINANCIAMENTO ADEQUADO PARA O ESTUDANTE.
Alberto

Baixo número de candidatos leva universidade a cancelar turma de Jornalismo
Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA

Por conta da baixa procura pelo curso de Comunicação Social no vestibular do segundo semestre de 2009, a Universidade de Uberaba (Uniube) cancelou a abertura de uma nova turma.

Com apenas 14 aprovados no processo seletivo, a coordenação do curso decidiu que "não era viável" a abertura de uma nova classe. "Com menos de trinta alunos não vale a pena", disse André Azevedo da Fonseca, diretor do curso de Comunicação Social da Universidade.
Segundo Fonseca, um dos motivos da pouca procura pelo curso da Universidade mineira foi a decisão do STF (Superior Tribunal Federal) que extinguiu a necessidade de diploma para exercício da profissão de jornalista. "Creio que essa medida tenha desestimulado alguns estudantes e isso deve repercutir em outras universidades", disse.

No entanto, ele salientou que, normalmente, o vestibular do 2º semestre da Universidade obtém menos inscrições que o do início do ano. Desse modo, segundo ele, a decisão do STF é a virtual responsável, mas uma série de fatores pode ter contribuído. A expectativa de Fonseca é que a situação se normalize no próximo processo de seleção.

O curso de Comunicação Social - com habilitação em Jornalismo - existe desde 1957 na faculdade de Uberaba, a princípio pertencia ao núcleo de Filosofia da instituição. Segundo o diretor, a Uniube prepara para 2011 a comemoração do Jubileu da primeira turma de Jornalismo formada pelo curso.

Fonte: Portal Imprensa

Vestibulandos do Anglo opinam sobre fazer faculdade em outra cidade

Perspectiva de sair de casa deixa família e candidato ansiosos.
Mudança implica em responsabilidades e amadurecimento pessoal.

Além da pressão para escolher o curso certo, o jovem que prestará vestibular em outra cidade tem ainda uma outra preocupação: morar sozinho pela primeira vez.

A mudança implica em assumir, muitas vezes, responsabilidades que antes cabiam aos pais, como cuidar da rotina da casa e de si próprio.

Vestibulandos da unidade Tamandaré do cursinho Anglo, na região central de São Paulo, comentaram a pedido do G1 o que acham da perspectiva de sair de casa para estudar em outra cidade.

Fonte: G1
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...