quarta-feira, 2 de maio de 2007

Análise Ambiental - MBA COMEX Unisantos 2007

Após a escolha da organização que será analisada como Caso durante o curso, será necessária uma Contextualização sobre a mesma, sua origem, história, mercados de atuação.
E, principalmente na tarefa desta aula, o seu contexto ambiental Econômico, Tecnológico, Político-Legal, Demográfico e Sócio-Cultural.
Escreva e comente os demais grupos.

7 comentários:

  1. Nilson, Thatiane, Veronicaqua. mai. 02, 09:44:00 PM 2007

    A Toyota é uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, presente em mais de 160 países, e com metas arrojadas de aumentar sua participação de mercado.

    A Toyota tornou-se o primeiro fabricante da indústria automóvel mundial, no primeiro trimestre de 2007, tendo vendido 2,3 milhões de veículos, ou seja, ultrapassou a GM que ficou pelos 2,26 milhões.

    Princípios da Toyota:

    • Respeito pelos idiomas e leis de todos os países do mundo, com atividades transparentes e justas que demonstram suas ações de bom cidadão do mundo;
    • Respeitar a cultura e costumes de todos os países e contribuir para o desenvolvimento econômico e social através de atividades empresariais em cada comunidade;
    • Dedicar todos os esforços para criar produtos que mantenham a harmonia com o meio ambiente, para conseguir melhorar a qualidade de vida em todas as regiões em que a Toyota está presente;
    • Criar e desenvolver tecnologias de ponta e oferecer excelentes produtos e serviços que satisfaçam as necessidades dos clientes de todo o mundo;
    • Estimular uma cultura empresarial que promova a criatividade individual e o valor do trabalho em equipe, gerando ao mesmo tempo a confiança mútua e respeito entre os trabalhadores de nível operário e de direção;
    • Incentivar o crescimento em harmonia com a comunidade global através de um gerenciamento inovador;
    • Colaborar com outras empresas visando conseguir um crescimento estável a longo prazo com benefícios mútuos.


    Filosofia da Toyota: Qualidade, segurança, conforto, tecnologia e melhoria contínua são atributos que identificam essa marca. Trabalham para desenvolver veículos que atendam as necessidades de seus clientes.

    Um dos fatores que colaborou para o sucesso da Toyota, é que esta pensou internacionalmente ao invés de localmente. Ex: Para atender à crescente demanda pelos seus veículos, a Toyota também aumentou sua rede de concessionárias. Até dezembro de 2004, a marca contava com 90 concessionárias. Em 2005, com cobertura geográfica de 90%, são 114 concessionárias espalhadas pelo País.

    Marketing Ecológico:

    A Toyota vem desenvolvendo, desde o início dos anos noventa, diversos projetos ligados ao meio ambiente. Foi estabelecida, como meta principal, a certificação ISO 14001 para suas fábricas ao redor do mundo. As normas ISO 14001 identificam as empresas comprometidas com procedimentos que visam à preservação dos recursos naturais, à menor geração de resíduos que causam impactos ambientais, à obediência às normas legais vigentes. Estabelecem ainda, metas de melhoria contínua no seu desempenho ambiental das empresas.

    O Prius, lançado pela montadora em 1997, polui menos que os demais veículos e se tornou um sucesso de vendas.

    Poucas montadoras mostram uma preocupação ambiental tão grande quanto a Toyota. Não que a Toyota faça isso por altruísmo. Ela se preocupa com o meio ambiente porque é a melhor estratégia para vender mais carros. Em 2006, vendeu mais veículos híbridos, movidos a gasolina e energia elétrica, que todos os outros fabricantes juntos. E nenhum carro simboliza melhor a investida da Toyota nessa área que o Prius, o primeiro híbrido da montadora. Esse carro otimiza o consumo de combustível ao alternar o uso de eletricidade.
    Nos Estados Unidos, o modelo mais barato custa US$ 22.175, US$ 3 mil a mais que um Corolla equipado. O carro tem incentivo fiscal e o comprador pode compensar parte do gasto na declaração do Imposto de Renda. Recentemente, o valor máximo de compensação caiu. A Toyota teve de oferecer atrativos para manter o interesse do consumidor.
    O Prius não é o único híbrido existente no mercado mundial. A própria Toyota já lançou também versões híbridas do Lexus RX 400h, do Highlander e do Camry, seu carro mais vendido nos Estados Unidos. Outros fabricantes, como a Honda, a Nissan, a Ford e a GM, também produzem carros híbridos. Mas a Toyota parece ser a única fabricante que, de fato, apostou nessa estratégia. A maioria ainda acredita que os híbridos serão superados pelos veículos movidos por células de hidrogênio.


    A Toyota percebeu uma tendência de mercado que a GM não atentou, utilizou modelos compactos, estes não agrediam o meio ambiente e fez isso uma oportunidade de negócios. Atualmente ela vende mais carros nos Estados Unidos do que no Japão.
    A Toyota está preocupada em manter a liderança no mercado. Além de evitar a complacência, a Toyota precisa crescer nos principais mercados emergentes, como China, Índia e Brasil, decisivos no mercado global, onde ainda está bem atrás dos concorrentes.
    Um dos objetivos da Toyota:
    - O objetivo da Toyota, hoje a quinta maior montadora do país, é ampliar sua participação de mercado dos atuais 3,6% para 10% até 2010, principalmente por meio do lançamento de mais modelos.
    - Falta ainda incluir um modelo popular em seu portfolio de veículos, pensando em uma forma de design com baixíssimo custo com uso de materiais superbaratos, e até em desenvolver novos materiais, se necessário.
    A Toyota também não está livre do sentimento xenofóbico dos trabalhadores e sindicalistas americanos. Nos anos 80, eles promoveram um protesto contra os carros importados, em Detroit, onde se concentram as grandes montadoras americanas, e destruíram um veículo da Toyota em praça pública. Segundo o presidente mundial da Toyota, Katsuaki Watanabe:
    "É muito importante para nossa empresa e nossos produtos ganhar cidadania nos Estados Unidos. Nós precisamos ter certeza de que fomos aceitos."

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  2. Sérgio Amaral / Márcio Souza / Arno Paul / Leonardo Machado / Bruno Fogo / Karina Estevamqua. mai. 02, 10:01:00 PM 2007

    1 - EMPRESA A SER ANALISADA: SADIA

    A Sadia foi fundada por Attilio Fontana, em 1944, no oeste catarinense. Ao longo dos anos, firmou sua excelência no segmento agroindustrial e na produção de alimentos derivados de carnes suínas, bovina, de frango e de peru, além de massas e margarinas. Nos últimos anos, a Sadia se especializou, cada vez mais, na produção e distribuição de alimentos industrializados congelados e resfriados de maior valor agregado.

    Líder nacional em todas as atividades em que opera, a Sadia também é uma das maiores empresas de alimentos da América Latina e uma das maiores exportadoras do País. No mercado brasileiro tem um portfólio de cerca de 680 itens, que são distribuídos para aproximadamente 300 mil pontos-de-venda. Para o mercado externo, exporta perto de 250 produtos para 92 países.

    A empresa mantém um parque fabril com 11 unidades industriais, duas unidades agropecuárias e centros de distribuição espalhados por 14 Estados brasileiros. No exterior, tem representações comerciais no Uruguai, Inglaterra, Argentina, Chile, Alemanha, Rússia, Turquia, Emirados Árabes, Japão e Venezuela. Atualmente, conta com aproximadamente 40 mil funcionários. Além disso mantém, através de seu Sistema de Fomento Agropecuário, parceria com cerca de 10 mil granjas integradas de aves e suínos.

    Desde o início de suas atividades, a Sadia é reconhecida como uma empresa socialmente responsável.
    Sua Missão é: "Atender as necessidades de alimentação do ser humano, com produtos saborosos e saudáveis. Criar valor para o acionista, para o cliente e para o consumidor, contribuindo para o crescimento dos colaboradores".

    Sua Visão preconiza que a empresa "se diferenciará pela imagem de sua marca, por excelência nos serviços, inovação e qualidade dos produtos".


    2 - ANÁLISE DOS AMBIENTES

    No jogo competitivo do mundo dos negócios, consolidam-se tendências como joint ventures, parcerias e alianças estratégicas para fazer frente à globalização e ao comércio internacional.

    A Sadia entra no ano 2000 com seu perfil de empresa de alimentos de alto valor agregado consolidado e lança mão de várias iniciativas para atuar mais agressivamente no mercado externo.

    Ampliação e diversificação de mercados, alianças estratégicas, maior proximidade com o varejo dos países importadores, busca de mais negócios com produtos industrializados de maior valor agregado, foco especial nos chamados mercados emergentes e ampliação do portfólio de importadores foram algumas das ações que passaram a ser reforçadas no front exportador.

    Os resultados são visíveis: as exportações crescem em representatividade, colocando a Sadia entre as 40 maiores exportadoras brasileiras e entre as maiores empresas de alimentos da América Latina. Em 2000, as vendas externas representaram 26,8% da receita bruta, enquanto que em 2001 essa cifra passou para 38%. A empresa consolida sua liderança nas exportações brasileiras de aves, respondendo, anualmente, por aproximadamente 30% das vendas externas nacionais do produto. Ao final de 2001, a empresa conquistou, no Oriente Médio, a posição de segunda maior marca no mercado de aves da região.

    As exportações da empresa, cujo maior destino, tradicionalmente, vinha sendo o Oriente Médio, passam também a ter grande representatividade nos países europeus. Em 1999, a Europa respondeu por 21% da receita de exportação da Sadia, pulando para 32% em 2000 e em 2001. Os Terceiros Mercados, representados pelos países emergentes, passaram também a importar mais, respondendo por 8% da receita de exportação em 2000 e por 18% em 2001.

    Atenção e agilidade às oportunidades e impactos que surgem no comércio internacional, decorrentes de fatos sócio-econômicos, culturais ou políticos, tiveram importante papel nas vendas externas da empresa.

    Foi o caso, por exemplo, do impacto da doença da "vaca louca" e da febre aftosa nos rebanhos europeus - entre 2000 e 2001 - sobre a demanda por carne branca na Europa, provocando mudanças de hábitos de consumo que acabaram por favorecer o incremento das exportações da Sadia para aquela região. Da mesma forma, em 2000, a Rússia retornou ao mercado comprador de proteína animal, após interrupção provocada pela crise econômica por que passou em 1998, abrindo novas perspectivas para as exportações brasileiras de carne, em especial a suína. Outro exemplo tem sido a difícil situação conjuntural vivida pela Argentina, entre 2001 e 2002, com impacto drástico sobre as exportações dos produtos Sadia para aquela nação, o que obrigou a empresa a proceder uma significativa redução de suas atividades e de suas vendas àquele país.

    Em 2000, a parceria realizada na Europa com a inglesa Sun Valley - subsidiária da Cargill - propiciou a consolidação dos negócios com industrializados e partes de aves no Reino Unido, resultando na criação, em 2001, da joint venture Concordia Foods Limited, sediada na Inglaterra.

    Também para atuar de maneira especial no mercado externo, nasceu, no início de 2001, a BRF International Foods, empresa comercial exportadora, criada da união entre Sadia e sua concorrente Perdigão, com foco específico nas exportações de carnes para mercados emergentes como países da ex-União Soviética, Euroásia, África e América Central. A BRF International Foods, formada por 50% de participação de cada uma das sócias, foi criada tendo em vista as oportunidades emergentes de ampliação do comércio em países como Rússia, Ucrânia, Bielorússia e outros, considerando os acordos internacionais dos últimos anos que deram novo impulso à economia do Leste Europeu. A Rússia, por exemplo, é o terceiro importador mundial de carne suína.

    A aliança entre as duas empresas, as maiores companhias brasileiras processadoras de carnes, levou em conta a real possibilidade de importantes vantagens competitivas, graças ao modelo brasileiro de produção integrada de aves e suínos e à viabilidade de ganhos logísticos, a partir de melhores negociações de fretes e formação de estoques para atuar com rapidez. A BRF International Foods foi apresentada oficialmente em Moscou à comunidade empresarial e autoridades no dia 28 de setembro de 2001.

    A Sadia chega aos anos 2000 com filiais na Argentina, no Uruguai e no Chile, escritórios comerciais na Itália, na Inglaterra e nos Emirados Árabes, e escritórios de representação no Japão, no Paraguai e na Bolívia, além da Churrascaria na China.

    Nos seus mais de 27 anos de atividade exportadora, a empresa vem colhendo provas crescentes da preferência dos consumidores internacionais pelos produtos Sadia, que já não se limitam somente aos frangos congelados, mas a uma variedade de produtos que vão desde os frangos, os perus e os cortes suínos congelados até as margarinas, os embutidos, as salsichas, os hambúrgueres, as almôndegas, os quibes, os empanados prontos de frango, as massas frescas refrigeradas, as pizzas congeladas, os pratos prontos congelados e vários outros, com a tradição de qualidade já conhecida e consolidada e com marcas registradas como Hilal, Corcovado, Sahtein e Rezende, além de Sadia - todas elas firmadas no exterior.

    A respeito da tecnologia, temos a informar que todos os sistemas de informação desenvolvidos internamente pela Sadia, bem como os softwares adquiridos de terceiros fornecedores, foram inventariados, adequados e testados quanto a sua funcionalidade na virada do milênio, independentemente das certificações e garantias por estes fornecidas.

    De outro lado, frisamos que em fevereiro de 1997 a Sadia aprovou seu Plano Estratégico de Tecnologia de Informação, tendo definido como base para arquitetura de aplicativos o Sistema para Gestão Integrada SAP R/3, na versão 4.0, o qual, por sua atualidade, já era totalmente compatível com as necessidades do Ano 2000. O Sistema SAP R/3, cujo projeto teve início em abril/98, está com a implantação dos pilotos prevista para ocorrer em setembro/99, abrangendo os módulos de Finanças, Controladoria, Ativo Imobilizado, Vendas e Distribuição, Gestão de Materiais, Armazéns e Planejamento da Produção.

    Outrossim, todos os equipamentos de infra-estrutura de tecnologia da informação, compreendendo micro-computadores, notebooks, servidores, impressoras, fax, telefones, sistema pabx e etc., já foram inventariados e testados, tendo sido segregados aqueles que careciam de atualização e/ou substituição, cujos investimentos já foram devidamente aprovados e direcionados.

    Igualmente acima, na área de produção já se encontram bastante avançados os trabalhos para adequação ao Ano 2000 das ferramentas de automação industrial, sensores e dispositivos de tempo real, equipamentos, aparelhos, mecanismos e sistemas com dispositivos eletrônicos embutidos.

    No segundo semestre de 1998, o Comitê de Operações da Sadia, órgão superior de natureza executiva, composto de seu Presidente Executivo e membros da Diretoria, determinou máxima prioridade e estreito acompanhamento das demais atividades necessárias para adequação ao Ano 2000 no tocante a equipamentos e sistemas com processamento descentralizado, consolidando tais iniciativas no projeto interno designado "Bug do Milênio", sob liderança da Diretoria de Planejamento e Tecnologia da Informação - DPTI.

    A partir de então, baseado em um plano de projeto e um cronograma para tratar do assunto, inúmeras ações corretivas passaram a ser imediatamente tomadas visando a adequação de computadores, sistemas aplicativos e equipamentos que incluíam algum tipo de informatização.

    Não obstante, de forma a assegurar que todas as medidas necessárias estivessem sendo tomadas a tempo para evitar que os problemas de datas com o Ano 2000 - inclusive ano bissexto - ocorressem, no início de 1999 foi ainda formada uma equipe global de projeto - o "Comitê Bug do Milênio" -, composta de gerentes de primeira linha das áreas de responsabilidade envolvidas, cujo objetivo foi o de monitorar sistematicamente o andamento dos trabalhos de adequação correspondentes.

    Desde a década de 70, a Sadia vem contribuindo decisivamente para o aprimoramento genético da suinocultura brasileira. O último avanço nesse sentido, o Macho HS-107, foi divulgado em 2002.

    O HS-107 é uma nova linha de suínos reprodutores, com foco nos cortes nobres, favorecendo a produção industrial de carne in natura (pernil, paleta e lombo) e produtos derivados como presuntos, além de atender melhor os produtores integrados, com animais mais produtivos.

    Por meio de aprimoramentos genéticos, feitos via cruzamento, os técnicos da Sadia chegaram ao HS-107, um suíno que não possui o gene sensível ao Halotano, responsável pelo estresse do animal durante o período que antecede o abate, desde o transporte até o abate propriamente dito.

    Nos anos 80, uma a uma, as várias raças e linhagens de suínos começaram a ser avaliadas em aspectos como ganho de peso diário, espessura do toucinho e formação do aparelho mamário.

    Dessas experiências, resultaram os primeiros machos e fêmeas híbridos (originários do cruzamento de linhagens diferentes) totalmente desenvolvidos no Brasil: o HiperSadia.

    Essa linhagem permitiu à empresa tornar-se independente de importações, para obter os reprodutores que originam as matrizes que ela repassa aos integrados, juntamente com as rações e as orientações técnicas sobre manejo da criação.

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  3. Organização: DHL Global Forwarding

    A organização atua no ambiente de transporte de cargas, via marítimo, aéreo e terrestre. Atende desde o mercado de pequeno ao de grande porte, desde o transporte de uma simples encomenda ao transporte de containers.
    Ela apresenta ao mercado soluções para o transporte de cargas da forma mais rápida e eficiente, de modo que o destinatário possa receber o seu produto de maneira segura, sem extravios ou danos.
    Atualmente a DHL esta investindo na Certificação da ISO 14000, a fim de preservar o meio ambiente, conscientizando seus funcionários sobre a importância da reciclagem dos produtos, tais como papel, plástico, metal e lixo.

    - Ambiente Econômico:
    Com experiência mundial em soluções de transporte expresso, encomendas aéreas e marítimas e transportes terrestres, a DHL combina a cobertura mundial com profundo conhecimento dos mercados locais.
    Abaixo você encontra as estatísticas que demonstram que a DHL tem a maior rede em transporte expresso e logística do mundo.
    Número de Funcionários - Aproximadamente 285.000
    Número de Escritórios /Instalações - Aproximadamente 6.500
    Número de Armazéns e Terminais - mais de 450
    Número de Gateways - 240
    Número de aviões: 420
    Número de Veículos - 76.200
    Número de Países e Territórios - mais de 220
    Envios por Ano: mais de 1.5 bilhão
    Destinos Cobertos: 120.000

    - Ambiente Sociocultural:
    A tarefa como fornecedora de logística global é conectar o mundo inteiro. Nosso propósito é fornecer excelente qualidade de serviço aos nossos clientes a preços atraentes, na forma mais amigável possível para o ambiente, de acordo com as nossas responsabilidades sociais.
    Cada vez mais, os desafios que as companhias globais devem enfrentar para ser rentável a prazos mais longos estão interligados com os desafios que a sociedade toda deve enfrentar para melhorar a qualidade de vida.
    Acreditamos que o compromisso com uma boa cidadania corporativa é uma parte fundamental para atingir criação de valor sustentado tanto para a sociedade quanto para nossa companhia, e assim assegurar o futuro do trabalho que realizamos.
    A nossa visão da DHL como um bom cidadão corporativo está baseada em nossa consciência do que é a nossa companhia, e o que fez com que tivesse sucesso. Operamos quase que em qualquer lugar do mundo - em mais de 220 países e territórios do mundo inteiro, incluindo operações estabelecidas há muito tempo na China e na Região do Pacífico. Respondemos rapidamente às necessidades dos clientes, trabalhando em parceria com eles para fornecer soluções às suas necessidades comerciais. Foi por isso natural para nós adotar o mesmo enfoque com a cidadania corporativa.
    DHL Turquia planta florestas graças ao papel reciclado
    As agências da sucursal local do operador alemão de encomendas/correio expresso de Istambul decidiram lançar uma campanha de grande dimensão para a coleta de papel e colaborar com a ÇEKÜL, fundação turca que atua em prol da proteção do meio ambiente e da conservação da herança cultural.
    O objetivo dessa colaboração é o reflorestamento. O princípio é simples: o papel de uso interno (burocrático, pequenas resmas, papel de rascunho) é coletado nas agências e escritórios do operador (cerca de 6 t em agosto de 2006) para ser, em seguida, vendido a uma organização governamental, a SEKA, encarregada de sua reciclagem. O dinheiro assim recolhido permite financiar a compra de mudas de árvores e o plantio das mesmas, através da fundação ÇEKÜL.
    O objetivo anunciado pela DHL consiste em plantar duas “florestas”: a primeira situada na vertente européia de Istambul, a outra situada em sua vertente oriental, a da Anatólia. Diante do sucesso experimentado em âmbito interno, a operação foi, a partir de agora, estendida aos clientes da empresa. Aqueles que desejarem poderão, igualmente, participar desse programa de reflorestamento.

    - Ambiente Natural:
    Todos na DHL se orgulham de ter na Missão e Cultura da empresa a Responsabilidade Social, fato que implica em dezenas de membros DHL participarem regularmente de ações de voluntariado, demonstrando assim a sua forte motivação e espírito do grupo. A definição de uma política de Responsabilidade Social na DHL Brasil vai ao encontro da convicção de que existem valores de ordem ética e social que as empresas, como intervenientes na sociedade, não devem nunca esquecer. Os valores de responsabilidade social começam em todas as pessoas que trabalham na DHL, já que são elas que asseguram o sucesso quer da empresa, quer dos projetos específicos em que se envolvem.

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  4. INTERNACIONALIZAÇÃO: INTERMARINE

    A Intermarine é líder em Lanchas de alta performance. Com mais de 3.500 Lanchas produzidas e comercializadas em todo o país desde a sua fundação em 1973.
    As instalações Intermarine estão distribuídas numa área superior a 50.000m2 onde uma equipe de profissionais em sintonia com que existe de mais moderno no mercado náutico mundial, produz uma linha completa de embarcações offshore e cabinadas de 38 a 76.

    E o único estaleiro do mundo a obter a licença de fabricação de barcos do estaleiro italiano Azimut. O grupo Azimut-Benetti é, atualmente, o maior produtor de megaiates do mundo possuindo operações em mais de 40 países.

    Tendências:
    Sócio Econômica: No Brasil a desigualdade social esta cada vez maior, os ricos estão cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. A Intermarine atende a um público de classe A. Nas últimas duas décadas o mercado vem se expandindo, quando cerca de 20 anos atrás o auge do mercado eram embarcações de 32 a 38 pés, hoje podemos contar com as fabricações de 39 a 90 pés e agora com o lançamento da marca em parceria com a Azimut, de um megaiate de alto luxo de 107 pés sem valor ainda estipulado para o mercado nacional, valendo na Europa mais de 4 milhões de euros. Essa é uma tendência mundial onde embarcações de acima de 80 pés cresceram 8% em 2006 com valores que chegam até 50 milhões de dólares.

    Demográfica: Atende todo território nacional através de seus representantes de vendas e assistência técnica; cursos e orientações aos clientes; plantões de serviços.

    Tecnológica: Com o avanço da tecnologia, novos e mais preciosos equipamentos eletrônicos de navegação vieram se somar a decoração luxuosa entre os itens fundamentais de uma embarcação. A Indústria Náutica oferece vários modelos e ilimitadas possibilidades de customização.
    A Indústria Naval do país segue a tendência Internacional, com um crescimento de 44% nas exportações.

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  5. Juliana, Luciene e Marceloqua. mai. 02, 10:29:00 PM 2007

    Empresa: Avon
    Grupo: Juliana
    Luciene
    Marcelo

    Em 1886, nos Estados Unidos, David McConnell resolveu mudar o rumo de seus negócios. Ele vendia livros de porta em porta, em Nova York, e distribuía frascos de perfume como brinde aos seus clientes. Faturamento liquido de US 8 Bilhões ao ano. Está no ranking entre as primeiras empresas mundial do segmento.
    A Avon foi a primeira empresa 'a oferecer oportunidade para as mulheres conquistarem seu espaço e se tornarem independentes financeiramente.
    Cada vez mais o termo responsabilidade social passa a ser fator de competitividade nas empresas. Mas, para a Avon, essas duas palavras não são o resultado de uma exigência do mercado e sim parte de sua natureza. Os padrões de conduta que a Avon adota são de respeito e valorização do ser humano, da sociedade e do meio ambiente. Estes valores estão representados na Política de Responsabilidade Social da empresa que, por sua vez, é fundamentada nos seguintes princípios:

    - respeito aos interesses legítimos dos diferentes agentes envolvidos direta ou indiretamente com nosso negócio;

    - conformidade com os requisitos da norma SA 8000, um certificado internacional de responsabilidade social conquistado em julho de 2003;

    - alinhamento aos princípios do Pacto Global, iniciativa internacional criada pela ONU para promover a boa cidadania corporativa e o desenvolvimento global sustentável e inclusivo;

    A Avon produz perfumes, maquiagem, cremes, loções, produtos para o cabelo, pele e cuidados diários, entre outros itens. Todos os produtos são testados nos mais avançados laboratórios internacionais e seguem rigorosamente as normas do FDA - Food and Drugs Administration - órgão oficial de controle de qualidade dos Estados Unidos. Atualmente, mais de 300 cientistas estão envolvidos em descobertas de novas tecnologias aplicadas em cosméticos.

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  6. Em outubro de 1953, com a edição da Lei nr. 2004 a constituiu a Petrobrás. A Petrobras foi autorizada com o objetivo de executar as atividades do setor de petróleo no Brasíl em nome da União.

    História

    A Petrobrás iniciou suas atividades com o acervo recebido da antigo conselho nacional do petroleo ( CNP ) que manteve sua função fiscalizadora sobre o setor.
    As operações de exploração, a produção de petroleo, bem como as demais atividades ligadas ao setor de petroleo, gas natural e derivados foram monopolizadas pela Petrobrás de 1954 a 1997. Durante este período a Petrobrás tornou-se a lider em comercialização de derivados de Petróleo no País.

    MERCADOS DE ATUAÇÃO.
    Em 1997, O Brasil atráves da Petrobrás ingressou no seleto grupo de 16 paises que produz 1 milhão de barris de oleo/dia, a Petrobrás esteve presente em 11 paises em 1997, atualmente a companhia mantém atividades operacionais ou escritórios em 23 países.
    No ranking mundial a Petrobrás se tornou a 14º empresa entre as companhias de petroleo e a 7º entre as de capital aberto

    Contexto Econômico

    Os resultados economicos-financeiros demonstram que a Petrobrás no cenário competitivo continua sua tendência de crescimento com lucros que ultrapassam US$ 1.373 bilhões em 1997 e US$ 12 bilhões em 2005.
    Em 2006 a Petrobrás conseguiu a prod~ução recorde de 1.912.733 barris de petroleo.
    Em 2007 numas das maiores operações empresarias realizadas no Brasil, a Petrobrás anunciou a aquisição dos negócios do grupo Ipiranga, consolidando e ampliando a presença nos setores petroquimicos e distribuição de combustíoveis.

    Contexto tecnológico

    A fim de continuar a fazer história na criação de tecnologia, o Centro de Pesquisas da Petrobrás ampliou suas instalações em uma área de 183 mil M3, com labolatórios de pesquisa inovadora: centro de realidade virtual com todas as áreas ligadas a bio tecnologia dentre as outras técnicas de captação de agua da chuva e ventilação e iluminaçãp natural

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  7. SCANNING THE ENVIRONMENT

    Eduardo Wilson Assêncio
    José Romanucci
    Marcus Teixeira Penteado

    TECNOLÓGICO
    Infra-estrutura e capacitação, com a construção do Espaço Natura, um importante centro integrado de produção, logística, pesquisa e desenvolvimento de cosméticos, com produtos que incorporam ativos da biodiversidade brasileira obtidos de forma sustentável.

    SÓCIO CULTURAL
    Tendo como material básico de seus produtos os recursos da biodiversidade da Floresta Amazônica, a empresa requer o desenvolvimento de projetos sustentáveis de desenvolvimento regional, respeitando as características culturais e demográficas das áreas, integrando-se com estas comunidades para obtenção de seus recursos.

    Como exemplo, a integração com a Associação Ver-as-Ervas, representante dos erveiros de Belém do Pará, onde reparte benefícios, bem como firmou convêncio técnico-cultural para atender demandas locais de capacitação profissional.


    POLÍTICO
    O mercado de cosméticos nacional é protegido por alíquotas de importação que variam de 15 a 19,5%.

    Através de acordos internacionais de formação de áreas de livre comércio como ALCA e União Européia estas barreiras poderão ser removidas, se tornando uma ameaça pelo aumento de produção de produtos importados.

    ECONÔMICO
    Nos anos 80, em plena "década perdida" no Brasil, a companhia cresceu mais de 30 vezes em faturamento.

    Fortalecida, a Natura entrou em um novo ciclo de crescimento e, no fim da década de 80, promoveu uma ampla reorganização, formalizando seu compromisso social e preparou-se para a abertura do mercado brasileiro às importações.

    Continua em crescimento, com aumento de rentabilidade pelo seu processo inovador, com freqüentes lançamentos de produtos, a partir de uma política agressiva de pesquisa e desenvolvimento.

    2006 2005 Var. %
    Unidades de Produtos para Revenda em milhões – Brasil 241,0 216,0 11,6
    Receita Bruta 3.890,0 3.243,6 19,9

    Lucro Líquido 460,8 396,9 16,1%
    Lucro por ação(R$) 1,08 0,93 15,4%

    REGULATÓRIO / AMBIENTAL

    Para ajudar a assegurar que seus produtos sejam colhidos de uma maneira sustentada, protegendo a floresta, a Natura usa os princípios do Conselho de Administração das Florestas e da Rede de Agricultura de Conservação para certificar os seus suprimentos.

    Para garantir sucesso na internacionalização deve garantir que seus fornecedores tenham certificação reconhecida pela IMAFLORA.

    COMENTÁRIO

    A Natura trabalha muito com a inovação, uma empresa que lança constantemente novos produtos no mercado, investe muito na capacitação dos colaboradores e no relacionamento com clientes e fornecedores. Estas são algumas ações entre várias outras, que a Natura faz para poder continuar b

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