quarta-feira, 11 de abril de 2007

Mecanismos de Análise Estratégica: o desempenho da organização

Uma das mais interessantes da Análise Estratégica é olhar para dentro de nossa própria organização, e verificar o seu desepempenho levando em conta vários vetores, públicos, suas políticas, seus recursos, seu histórico.
Pois bem, essa é a análise que deve ser feita neste momento do estudo com relação a uma organização escolhida como caso.
Boa pesquisa.

8 comentários:

  1. Alunas – Andreia Maria Berto
    Camila Papa Lopes
    Maria Inês Riva

    MECANISMOS DE ANÁLISE ESTRATÉGICA

    Estudo de caso: NATURA

    Missão: Criar e comercializar produtos e serviços que promovam o bem-estar e o estar bem

    Visão: Construção de um mundo melhor, ser uma empresa reconhecida mundialmente pela qualidade e ênfase na natureza.

    Valores:
    • Busca permanente do aperfeiçoamento para promover o desenvolvimento dos indivíduos, das organizações e da sociedade.
    • O compromisso com a verdade como caminho para a qualidade das relações. Quanto maior a diversidade das partes, maior a riqueza e vitalidade do todo.
    • A busca pela beleza liberta de preconceitos e manipulações.
    • Valorizar o conjunto de relações, cujo valor está ligado a sua capacidade de contribuir para a evolução da sociedade e o desenvolvimento sustentável.

    Públicos e Expectativas

    1 – Sócios/acionistas: Lucros, reconhecimento internacional, competitividade, expansão, preocupação com o meio ambiente
    2 – Consumidores: produtos que promovam o bem estar bem, onde bem estar é entendido como a relação harmoniosa e agradável do indivíduo consigo próprio, com seu corpo.
    3 – Colaboradores: ambiente de trabalho favorável, rentável, reconhecimento salarial e pessoal que esteja em acordo com a cultura da empresa de construir um mundo melhor, desenvolvendo produtos de qualidade com ênfase no meio ambiente.
    4 – Consultoras: vender conceitos de beleza e bem-estar. Relacionamento direto com os clientes.
    5 – Fornecedores: Vincular a sua matéria-prima a imagem institucional da empresa, como produtos de qualidade. O crescimento e expansão da empresa.
    6 - Parceiros: Construção de uma sociedade sustentável.
    6 – Governos: cumprimento de legislações empresariais (gerais) e ambientais. Responsabilidade Socioambiental
    7 – Mídias: divulgação da imagem e marca Natura.
    8 – Comunidade: abrir postos de trabalho em diversos locais estimulando a empregabilidade, inclusão social e valorização do conhecimento (exemplo comunidades da Amazônia). Valorização dos projetos sociais (Projeto Crer pra Ver)
    9 – Financeiro: Crescimento e desenvolvimento sustentável.
    10 – Concorrentes: superar a qualidade e atuação da empresa, e, atuação nos pontos fracos.


    Performances Históricas e Recursos

    A Natura, empresa brasileira do setor de cosméticos, iniciou suas atividades em 1969 como uma modesta loja de cosméticos e de consultoria personalizada de tratamento de beleza, com sete funcionários. A Natura já iniciou movida por duas paixões fundamentais: pela cosmética como veículo de autoconhecimento e de transformação na vida das pessoas; e pelas relações, cujo encadeamento permite a expressão da vida.
    Na trajetória da Natura, um dos pontos fortes do êxito está na opção, feita em 1974, pela venda direta. Surgiram, assim, as Consultoras Natura, participantes de um sistema hoje vitorioso não só no Brasil como nos outros países nos quais a companhia mantém operações. Com elas e com lançamentos de produtos inovadores, a Natura tem conseguido avançar mesmo em períodos adversos da economia.
    Em 1980 já eram 200 funcionários e uma rede de 2 mil consultoras, espalhadas pelo país, prestando serviço personalizado de consultoria de beleza e revendendo seus produtos. Nessa década, cresceu 35 vezes.
    Fortalecida, a Natura entrou em um novo ciclo de crescimento e, no fim da década de 80, promoveu uma ampla reorganização. Novas empresas, que entre 1979 e 1981 tinham se agregado ao grupo, fundiram-se em 1989. Surgia uma companhia com a atual constituição. Em seguida, no início da década de 90, a Natura explicitava suas Crenças e Razão de Ser, formalizava seu compromisso social e preparava-se para a abertura do mercado brasileiro às importações. Chegando a 1990 com 1800 funcionários e 50 mil consultoras e, entre os anos de 1993 a 1997, cresceu 5,5 vezes.
    Já o reconhecimento do valor e da importância estratégica da informação para a gestão do negócio fez com que em 1992 a Natura implantasse o primeiro sistema virtual de informações do país, hoje conhecido também como a primeira biblioteca virtual que, contrariando os tradicionais sistemas armazenadores de informação, prima pela busca ágil e inteligente de dados e informações sintonizados com o contexto dos conceitos, crenças e valores da empresa e com a busca constante de inovação. Nele, a agilidade é proporcionada por ferramentas de tecnologias da informação e a inteligência é garantida pelos especialistas da área de informação que as operam e interpretam conteúdos, baseados numa sólida experiência em atividades de brokerage- pioneira no país - e em suas relações interpessoais, somados as suas diferentes visões de mundo e conhecimentos específicos.
    O diferencial do sistema virtual das informações da Natura é permitir o acompanhamento do quê de mais moderno e inovador está acontecendo no mundo, nas áreas de interesse do negócio, como cosméticos e cosmetologia, venda direta, dermatologia, moda, processos de fabricação de cosméticos, embalagens, qualidade, proteção à biodiversidade e meio ambiente, fototerapia, psicologia, hábitos de consumo, acompanhamento de empresas concorrentes, entre outros.
    A expansão prosseguiu aceleradamente e, em 1994, a Natura dava início à internacionalização, com presença na Argentina, no Chile e Peru, países nos quais estabeleceu centros de distribuição e trabalhou na formação de Consultoras. Novos negócios seriam acrescentados com a aquisição, em 1999, da Flora Medicinal, tradicional fabricante nacional de fototerápicos.
    Iniciou 1997 como a maior empresa brasileira de cosméticos, com 3000 funcionários, 145 mil consultoras no Brasil e cerca de 10 mil na América Latina. Em 1998 foi apontada como a “empresa do no” pela edição anual Melhores & Maiores da revista Exame.
    Em 2000, ficou na segunda posição da pesquisa “Empresas Mais Admiradas do Brasil”, realizada pela revista Carta Capital e pelo Instituto Interscience, atrás somente da Microsoft. Neste ano, inicia-se o terceiro ciclo na vida da empresa, uma fase de investimentos em infra-estrutura e capacitação, com a construção do Espaço Natura, um importante centro integrado de produção, logística, pesquisa e desenvolvimento de cosméticos, inaugurado em 2001, e o lançamento da linha Ekos, com produtos que incorporam ativos da biodiversidade brasileira obtidos de forma sustentável.
    Em 2002, atingiu a marca de 307 mil consultoras no Brasil em 15 mil na Argentina. Atingiu um volume de negócios de R$ 1,9 bilhão e registrou lucro líquido de R$ 119 milhões, o maior desde sua fundação e que significou um crescimento de 187,5% em relação ao ano anterior.
    Em pesquisa realizada pelo jornal The Financial Times em parceria com a Pricewaterhouse-Coopers, "The Worlds Most Respected Companies", divulgada no início de 2003, apontando as 90 companhias mais admiradas por CEOs ouvidos no mundo todo, a Natura aparece na nona posição entre as empresas brasileiras e em trigésimo quinto lugar, em um total de 47 empresas de todo o mundo, que “melhor controlam e utilizam recursos ambientais”.
    O êxito da iniciativa fica patente no desempenho dos anos seguintes, culminando com resultados históricos em 2003, tanto em termos de produção como de vendas e de rentabilidade, acompanhados de importantes avanços nas áreas sociais e ambientais.
    Ao completar 35 anos em 2004, a Natura reafirma sua posição de liderança no setor de cosméticos e produtos de higiene e de perfumaria. Consolida-se, principalmente, como empresa comprometida com a qualidade das relações que estabelece com seus diferentes públicos - que congrega na chamada Comunidade Natura - e com a inovação e o aperfeiçoamento constante dos seus produtos e serviços, dentro de um modelo de desenvolvimento sustentável de negócios.
    Esse crescimento, rápido e significativo, com resultados bastante arrojados, reflete o desempenho geral do negócio e uma cultura e conjunto de crenças e valores focados no ser humano e sua relação conseguem e com o mundo. Tal cultura, crenças e valores se fazem presentes também nos produtos desenvolvidos e fabricados e indica um trabalho orientado pela relação da empresa com o consumidor, com as consultoras, com os colaboradores, com os fornecedores e parceiros, enfim, com a sociedade. A razão de ser da Natura é criar e comercializar produtos e serviços que promovam o bem estar bem, onde bem estar é entendido como a relação harmoniosa e agradável do indivíduo consigo próprio, com seu corpo. E estar bem é entendido como a relação empática, bem sucedida e prazerosa do indivíduo com o outro e com o mundo.

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  2. José Romanucci Neto
    Marcus Teixeira Penteado
    Pérsio B. Moraes

    Empresa: Natura Cosméticos

    Missão:
    A Natura reafirma sua posição de liderança no setor de cosméticos e produtos de higiene e de perfumaria. Consolida-se, principalmente, como empresa comprometida com a qualidade das relações que estabelece com seus diferentes públicos e com a inovação e o aperfeiçoamento constante dos seus produtos e serviços, dentro de um modelo de desenvolvimento sustentável de negócios, atrelado a responsabilidade social.

    Visão:
    A Natura, por seu comportamento empresarial, pela qualidade das relações que estabelece e por seus produtos e serviços, será uma marca de expressão mundial, identificada com a comunidade das pessoas que se comprometem com a construção de um mundo melhor através da melhor relação consigo mesmas, com o outro, com a natureza da qual fazem parte e com o todo.

    Produtos:
    Oferece um portfolio de produtos, que inclui soluções para diversas necessidades dos consumidores, homens e mulheres de todas as idades, tais como produtos de tratamento da pele do rosto e do corpo, cuidado e tratamento dos cabelos, maquilagem, perfumaria, produtos para o banho, proteção solar, higiene oral e linhas infantis.

    Públicos (stakeholders) - visão Natura
    Colaboradores - Continuamos a avançar ainda mais em 2006 no sentido de estreitar laços e dialogar com nossos públicos. Aprovamos e divulgamos a Carta de Princípios de Relacionamento e instalamos uma Ouvidoria.

    Consumidores - Em 2006 eliminamos completamente a realização de testes em animais de nossas práticas, sem abrir mão dos exigentes critérios de segurança de uso de nossos produtos. Ou seja, a partir de 2007, a Natura não promoverá testes em animais e não comprará matérias-primas ou insumos testados em animais, em nossa cadeia produtiva.

    Fornecedores - No último trimestre do ano, assinamos um acordo inédito e histórico de repartição de benefícios por acesso ao conhecimento tradicional difuso associado ao patrimônio genético com a Associação Ver-As-Ervas, representante dos erveiros do mercado Ver-O-Peso, de Belém (PA). Além da repartição de benefícios, a Natura firmou convênio técnico e cultural, no valor de R$ 560 mil, para atender demandas da associação, como capacitação profissional para aprender novas formas de manipulação das ervas, evitando desperdício e agregando valor às atividades.


    Performances históricas:
    Na trajetória da Natura, um dos pontos fortes do êxito está na opção, feita em 1974, pela venda direta. Surgiram, assim, as Consultoras Natura, participantes de um sistema hoje vitorioso não só no Brasil como nos outros países nos quais a companhia mantém operações. Com elas e com lançamentos de produtos inovadores, a Natura tem conseguido avançar mesmo em períodos adversos da economia. Nos anos 80, por exemplo, em plena "década perdida" no Brasil, a companhia cresceu mais de 30 vezes em faturamento.

    Fortalecida, a Natura entrou em um novo ciclo de crescimento e, no fim da década de 80, promoveu uma ampla reorganização, formalizando seu compromisso social e preparava-se para a abertura do mercado brasileiro às importações.

    Recursos:
    Infra-estrutura e capacitação, com a construção do Espaço Natura, um importante centro integrado de produção, logística, pesquisa e desenvolvimento de cosméticos, com produtos que incorporam ativos da biodiversidade brasileira obtidos de forma sustentável.

    Valores :
    Meio Ambiente - Biodiversidade . Em 2006 a Natura atingiu o total de 22 ativos da biodiversidade certificados, ou 63% do total de 35 espécies nativas ou exóticas utilizadas. Os ativos que passaram à fase 3 de certificação em 2006 foram capim limão, camomila, buriti, café, cumaru e priprioca.

    Emissões de Gases do Efeito Estufa - Com a consolidação do Inventário Anual de Emissões de Gases de efeito estufa, em 2006, que considera desde a cadeia de fornecimento até o uso e descarte final do produto, poderemos construir um cenário de alternativas de redução a partir de 2007 e alcançar nosso desafio de tornar nossas atividades .carbono neutro. Até 2008. Impacto de produtos - Desde 2003 a Natura analisa os aspectos ambientais de suas
    embalagens por meio da avaliação do ciclo de vida (ACV). A média do impacto ambiental dos produtos por conteúdo declarado apresentou uma redução de 7% em relação a 2005, passando de 89,3 mPt/kg para 83,2 mPt/kg.

    Energia - O Consumo energético teve um crescimento de 10,5% em relação a 2005, que se explica devido ao crescimento, tanto de produção como de itens separados. No entanto, o consumo relativo de energia por unidade vendida apresentou uma redução de 9,9%, o que denota o esforço em otimizar o uso da mesma.

    Água - O consumo absoluto de água subiu de 136.677m³ para 141.883m³ em 2006, ficando 2,4% acima da meta estipulada, parte devido ao volume de produção interna que foi 3,2% superior à meta, bem como às variações no mix de produtos. Além disso, neste ano, foi instalado um sistema mais eficiente de purificação de água para a Fábrica, porém muito mais complexo, trazendo inicialmente um maior consumo de água, devido à curva de aprendizado e
    estabilização. Por outro lado, o consumo de água por unidade vendida caiu 7,0%.

    Resíduos . O peso total de resíduos gerados pela Natura cresceu 14,3% em 2006, atingindo 6.831 ton. Destes, 84% foram reciclados, elevando em 3p.p. o percentual de resíduos destinados para reciclagem.

    Desempenho Econômico 2005/2006(Em milhões R$)

    2006 2005 Var. %
    Unidades de
    Produtos para 216,0 241,0 11,6
    Revenda
    em milhões
    – Brasil
    Receita
    Bruta 3.890,0 3.243,6 19,9

    Lucro
    Líquido 460,8 396,9 16,1%

    Lucro por
    ação(R$ 1,08 0,93 15,4%


    DADOS DO MERCADO ALVO NATURA
    De acordo com os dados do Sipatesp/Abhipec1, o crescimento da indústria de Cosméticos, Fragrâncias e Higiene Pessoal no ano de 2006 foi de 13,4%, em comparação com 2005.
    Descontado pelo IPCA de 3,1% no período, o crescimento em termos reais alcançou 10,0%.
    No último bimestre de 2006 o crescimento nominal do mercado alvo foi de 11,8%, comparado com o mesmo período do ano anterior.


    Comentários:

    A Natura vem se destacando no cenário empresarial, principalmente pela sua preocupação e ação, com a parte social e ambiental. A empresa desenvolve vários projetos nestas áreas, que beneficiam a comunidade de uma maneira geral.

    Com certeza, seus resultados positivos, tanto econômicos como de crescimentos físico, nos últimos anos, devem-se ao fato de estar engajada com estes projetos, atraindo a atenção de seus “stakesholders” (parceiros), consolidando estas parcerias, que com certeza se sentem atraídos a continuarem investindo e acreditando na Natura, como também incentiva o investimento e crescimento das empresas que estão ao seu redor.

    Atualmente a Natura, está conseguindo o que poucas empresas conseguem: expandir venda, lucros e receitas, em termos reais nos últimos anos. O grande desafio será o de manter este crescimento no futuro, sem aumentar seus custos. Houve um salto de 32% nas despesas com vendas, que além de ser a maior entre as despesas operacionais, também equivale a quase metade dos custo de bens vendidos, sendo este um fator de risco, o que poderá comprometer o seu desempenho futuro.

    Os expressivos resultados financeiros, sociais e ambientais fazem acreditar que existem condições bastante favoráveis para que a Natura continue crescendo.

    Tendo em vista os resultados positivos na Argentina, no Chile e no Peru, advindos de uma boa aceitação da marca e do canal de venda direta, demonstrando um modelo de negócio rentável e reproduzível.

    Na operação mexicana, visto que a estratégia tem se mostrado acertada, com níveis de crescimento superiores, bem como Venezuela e na Colômbia, demonstrando um caminho para a internacionalização.

    Não se esquecendo do mercado brasileiro, que vem num crescente competitividade e da relevância nele, precisa ser ainda mais eficientes e criativos em ações de marketing.

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  3. Para saber mais sobre a Natura, acessem: www.natura.com.br

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  4. Marketing Estratégico
    Trabalho Realizado em Classe – Mecanismos de Análise Estratégica
    Alunos: Adriana Bortolini, Fernando Alcalde, Leonardo Souza, Tânia Machado
    Estudo de caso: Casas Bahia
    1. Valores e Políticas
    Casas Bahia é uma rede de varejo de móveis e eletrodomésticos do Brasil. Fundada em 1957, em São Caetano do Sul, SP, pelo imigrante polonês Samuel Klein que iniciou como mascate vendendo produtos aos retirantes nordestinos.
    Fenômeno do varejo nacional, a Casas Bahia é hoje uma das maiores empregadoras do Brasil, com mais de 52 mil colaboradores. Presente em oito estados (SP; RJ; MG; GO; RS; PR; SC; MS), além do Distrito Federal, a Casas Bahia multiplicou em pouco mais de uma década suas 250 filiais para as 540 atuais. Em 2007, a rede figurou entre as 250 maiores empresas de varejo no mundo, segundo o estudo “Poderosos Globais do Varejo em 2007”,
    As Casas Bahia visa entender as necessidades emocionais e os hábitos de compra dos clientes de baixa renda e a capacidade de viabilizar o sonho de consumo por meio do acesso ao crédito.
    2. Públicos
    Podemos observar no setor varejista uma reestrutura de empresas, tendo por objetivo ajustar e adequar as companhias ao mercado competitivo, por esse motivo as Casas Bahia acredita que a parceria e o bom relacionamento entre consumidores, fornecedores, parceiros, mídia, comunidade seja o caminho para o sucesso.
    A primeira relação detectada é o envolvimento com a comunidade através do evento da “Super Casas Bahia”, um evento focado em construir relações com diversos públicos. Uma amostra deste relacionamento se deu na 4° edição do evento onde foram realizados 400 casamentos coletivos. Nessa mesma ação aparece a relação das Casas Bahia com um de seus parceiros, como a rede de hotéis Holliday Inn, onde cada casal ganhou sua noite de núpcias. Outro exemplo de relacionamento com parceiros no evento foi a imobiliária Tenda (que tem como alvo o público de menor renda; camadas C e D), pôde oferecer seus produtos, realizando 110 negócios de imóveis populares que, segundo eles, seu segredo de sucesso esteve no fato de serem totalmente flexíveis nos prazos de pagamento e na disposição de clientes em dar ou não uma entrada para ao adquirir o imóvel, assim como as Casas Bahia.


    Há dois anos consecutivos, a Casas Bahia é eleita como Melhor Empresa em Gestão de Pessoas no Brasil, segundo pesquisa feita pela consultoria Hay Group para o jornal Valor Econômico. No ano passado, a empresa recebeu o prêmio na mesma categoria.
    A Casas Bahia realizou um evento de entrega do prêmio “Dedicação Total a Você” onde contemplou a sua relação com a mídia. Foram homenageadas três categorias: Operação de Mídia, Atendimento Comercial e Veículo. Cada uma das categorias abrange as mídias TV, Rádio, Revistas e Jornais - estes com tiragem abaixo e acima de 100 mil exemplares. Na categoria veículo, foram levados em consideração o maior crescimento de audiência TV/Rádio e circulação Jornal/Revista, entre os concorrentes. Participaram todos os canais abertos e fechados de TV, 350 rádios, 70 jornais e as três maiores editoras de revistas do país - Abril, Globo e Três - localizados nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste, onde a rede mantêm em operação suas 530 filiais.

    3. Recursos
    A rede Casas Bahia conta com cerca de 540 lojas e aproximadamente 52 mil colaboradores para atender o mercado.
    Possui também 6 Centros de Distribuição (CD) responsáveis pelo abastecimento de todas as lojas da rede. Os CDs estão localizados em Jundiaí (SP), Pavuna (RJ), Ribeirão Preto (SP), Betim (MG), São Bernado do Campo (SP) e São José dos Pinhais (PR).
    Além dos centros de distribuição, a rede possui 6 entrepostos, localizados em Goiânia (GO), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Porto Alegre (RS), Maringá (PR) e Itajaí (SC). Esses entrepostos recebem os produtos dos CDs que depois são redistribuídos em caminhões médios (A rede conta com 1795 caminhões próprios) para entrega aos clientes. Hoje, a capacidade total de armazenagem da Casas Bahia nos seus depósitos é de 6,7 milhões de m³.
    A empresa tem uma receita anual de cerca de 12 bilhões de reais, resultado de aproximadamente 3500 operações de venda por minuto em toda a rede e receitas de juros da sua financeira.

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  5. Interessante, dois grupos falarem da mesma empresa, um complementou o outro. E, pontos distintos foram analisados por ambos os grupos. Como participei de um dos grupos, observei que há alguns pontos melhor trabalhados pelos outros colegas, e, as visões feminina e masculina, podem ser verificadas. Interessante!
    Andreia Berto

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  6. ANÁLISE ORGANIZACIONAL - Estudo de Caso: Independência Alimentos (Frigoríficos)

    UNISANTOS – Mestrado em Gestão de Negócios
    Aluno: Marco Antonio Sampaio de Jesus

    1 - PRODUTOS
    Carnes Bovinas: cortes sem osso do traseiro e do dianteiro e miúdos.
    Carnes Suínas: cortes com osso e sem osso.
    Couro: indústria totalmente automatizada com capacidade de processamento de 4.000 peles/dia.
    Charque
    Fertilizante: adubo organofértil desenvolvido em parceria com a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, sem nenhum aditivo químico.
    2 - PLANTAS INDUSTRIAIS
    8 unidades destinadas ao abate e desossa de bovinos com capacidade de abate de 4.600 cabeças/dia: Nova Andradina – MS; Cajamar-SP; Anastácio-MS; Presidente Venceslau-SP; Campo Grande-MS; Janaúba-MG; Rolim de Moura-RO; Colorado do Oeste-RO
    1 unidade destinada ao abate e desossa de suínos com capacidade de abate de 1.500 cabeças/dia: Itararé-SP.
    1 unidade destinada à fabricação de charque: Santana do Parnaíba-SP.
    3 - POLÍTICA BÁSICA DE ATUAÇÃO: VALORIZAR A VIDA
    Para o crescimento sustentável em todos os mercados de atuação, a organização deve ser competitiva, disciplinada e transparente, demonstrando aos fornecedores, clientes, consumidores, prestadores de serviço, colaboradores e à sociedade que todos os seus processos e atividades geram produtos da mais alta qualidade, produzidos com respeito ao meio ambiente, à preservação da saúde e segurança dos colaboradores, e de forma socialmente responsável.
    4 - MISSÃO
    Oferecer produtos e serviços dentro do mais alto padrão de qualidade e inovação, com respeito e responsabilidade no relacionamento com colaboradores, clientes, fornecedores e a comunidade, criando condições para crescimento e perenidade.
    5 - VALORES
    Confiança no ser humano, em sua capacidade e desejo de evoluir. Desenvolvimento das pessoas através da educação pelo e para o trabalho.
    6 - ESTRATÉGIA CORPORATIVA DA EMPRESA
    Desde a sua fundação em 1977, o Independência definiu a exportação como foco principal de suas atividades, tendo destinado, nos últimos anos, o mínimo de 70% da produção ao mercado externo (não somente para a chamada Lista Geral como também para a UE, Rússia, Israel, entre outros).

    6.1 - RELACIONAMENTOS COM COLABORADORES
    O aumento da produtividade aliado à qualidade dos produtos, proteção ambiental, segurança ocupacional e respeito às pessoas, são desafios permanentes que a empresa enfrenta com programas de motivação, treinamento, saúde e educação, tanto de seus colaboradores quanto dos prestadores de serviços.
    Para atingir os patamares de excelência desejados, a empresa investe fortemente na formação de seus profissionais para torná-los aptos a elaborar os produtos desejados por seus clientes. O processo de preparação dos produtos especiais exige funcionários com alto nível de preparação e habilidade, capacitados para a correta interpretação dos pedidos, o acabamento dos cortes e a aplicação da logística necessária.
    6.2 - RELACIONAMENTO COM CLIENTES
    a empresa aposta em um futuro no qual os clientes analisarão não só o produto, mas também o modo como são oferecidos seus serviços.
    Atendimento direcionado, cuidados com o meio ambiente e sua relação com a sociedade orientam todas suas ações, garantindo a saúde econômica da empresa assim como o seu desenvolvimento sustentável.
    6.3 - CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA
    Estrategicamente, o Independência foi concebido para produzir cortes especiais, com grande valor agregado e hoje possui mais de 2 mil tipos diferentes de produtos. Além da diversidade de cortes, a empresa desenvolve produtos com a marca do cliente e embalagens especiais (visando o consumidor final).

    Com uma diversificação tão ampla, o Planejamento e Controle da Produção tem uma atuação fundamental para que os cortes sejam produzidos, embalados e separados de acordo com as especificações de cada cliente.
    6.4 – LOGÍSTICA
    O Independência é, atualmente, a única empresa do setor que usufrui de um terminal alfandegário exclusivo e domina todo o processo logístico, através da parceria com duas empresas prestadoras de serviço: Transportadora Krakatowa (atualmente a maior transportadora do Estado de Mato Grosso do Sul situando-se entre as 30 maiores do Brasil, possuindo uma frota de mais de 400 veículos pesados) e Bras Export (empresa que administra com exclusividade as operações portuárias e alfandegárias do Independência e possui um terminal portuário em Santos com armazém frigorificado para carne in natura, armazém seco para couro, bem como o tratamento da documentação referente às exportações, incluindo o trâmite junto à Secretaria da Receita Federal.
    6.5 - SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL
    Respeitar o meio ambiente é zelar pelo futuro das novas gerações através da melhor tecnologia disponível e da educação de todos os colaboradores. A gestão ambiental do Independência tem como fundamento o uso racional dos recursos naturais, a produção minimizada de efluentes, emissões atmosféricas e resíduos, bem como a máxima reciclagem e reaproveitamento de tudo o que é eliminado no processo, destacando-se o Controle das Emissões Atmosféricas e o Florestamento (auto-suficiência na demanda de lenha, preservando a vegetação natural e minimizando os impactos ambientais).
    6.6 - ASPECTOS INERENTES A GESTÃO DA EMPRESA
    O Independência sempre teve o planejamento estratégico como um dos seus pontos fortes e, em 2001, diante das excelentes perspectivas do mercado, decidiu por implementar uma reestruturação interna que marcou o início de uma nova fase da empresa: o crescimento sustentado. Os objetivos principais a serem alcançados foram: Excelência na gestão; Excelência nos processos; Qualidade dos produtos; Inserção da empresa no mercado financeiro internacional. Dentre as medidas adotadas, destacam-se: Preparação da sucessão; Criação do Conselho Deliberativo; Eleição da Diretoria Executiva; Implementação de Governança Corporativa; Definição do Plano Estratégico e as formas de acompanhamento e atualização; Certificações de Qualidade; Auditoria externa terceirizada e independente; Completa integração dos sistemas; Internacionalização financeira da Empresa.
    O Independência implantou um Sistema Integrado de Gestão - SIG baseado nas normas ISO 9001 (Sistema de Gestão da Qualidade), ISO 14001 (Sistema de Gestão do Meio Ambiente), OHSAS 18001 (Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional) e SA 8000 (Sistema de Gestão de Responsabilidade Social), O SIG reafirma os conceitos originários de seu fundador, estabelecendo novas diretrizes com foco na satisfação e superação das necessidades e expectativas dos clientes, na imagem corporativa e na fixação dos valores da organização.
    7 – SITUAÇÃO DO MERCADO EXTERNO
    O setor agropecuário brasileiro se destaca pelo seu potencial econômico: a) em 2005 representou 8% do PIB brasileiro, alcançando R$ 520 bilhões (BNDES, 2006); b) as exportações de carne bovina (in natura, industrializadas e miúdos) fecharam o ano de 2006 na casa de US$ 4 bilhões; c) o Brasil detém o maior rebanho bovino comercial do mundo, com mais de 1 boi por habitante.
    8 - DADOS ECONÔMICOS E FINANCEIROS
    Não disponíveis no sítio da empresa, devem ser levantadas diretamente com sua Administração.

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  7. Sobre o caso "Natura".
    Parece-me evidente a preocupação das empresas com sua imagem institucional junto ao seu mercado consumidor. A venda de seus produto estão diretamente atreladas as " ações e sensações positivas" que suas marcas conseguem provacar em seus atuais e potenciais consumidores, sabem que sua sobrevivência só será possível se o "inovar" for além do óbvio. Portanto, não é a toa que o marketing de sensações e o marketing de responsabilidade socioambiental estão em evidência e cada vez mais presentes na vida das empresas atentas ao mundo, porque com certeza os "públicos das organizações" estão!
    Aluna: Aparecida H. Dias.
    Gestão de Negócios - UNISANTOS

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  8. ola prof. Alberto, eu Diego Fernando Santos, moro na cidade de varginha-mg e sou estudante de logistica, estou fazendo um trabalho de marketing que no qual estou encarregado de estudar a Análise do diferencial da empresa ponto frio frente à concorrência, e se você pudesse me dar uma ajuda,um ausilio ficaria muito grato!
    agradeso sua atenção e obrigado! meu email e diegoffernando22@hotmail.com
    ASS: DIEGO FERNANDO S.

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